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Homem que estuprou mulher em parque de Sorriso é preso no trabalho

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Da Redação

O suspeito de ter estuprado uma mulher de 26 anos na última sexta-feira (22) enquanto a vítima caminhava em um parque da cidade de Sorriso (420 km de Cuiabá) foi preso na manhã desta terça-feira (26).

Dhemilson Rodrigues de Oliveira, 21 anos, confessou o crime e afirmou estar arrependido, disse ainda que teria feito uso de entorpecentes e álcool.

O crime aconteceu na última sexta-feira enquanto a vítima caminhava no Parque das Araras, em Sorriso, ela teria sido abordada pelo suspeito e levada para uma região erma e teria sido estuprada.

De acordo com o delegado que investiga o caso, Nilson Farias, Dhemilson seguia sua rotina de trabalho normalmente quando foi abordado pelos policiais, o suspeito trabalha como auxiliar de pedreiro. Em sua defesa, o acusado confessou o crime, porém afirmou que não perseguiu a vítima.

“Não persegui ela. Eu só estava lá, vi ela e fiz o negócio que vocês sabem. Eu sou casado. Nunca fiz isso. Estou arrependido. Errar é humano. Não é certo, mas eu estava embriagado”, declarou Dhemison.
O suspeito foi capturado após a análise de câmeras de segurança instaladas na região, as imagens mostrara, um homem em uma motocicleta Honda CG 160 Fan e após uma campana dos policiais o jovem foi capturado, a polícia ainda encontrou na residência do suspeito as roupas utilizadas no dia do crime.

A vítima relatou aos policiais que no dia do ataque, ela estava caminhando pelo parque quando o suspeito se aproximou em uma motocicleta e a pediu uma informação, no momento que ela se virou para passar a informação Dhemisson a atacou e a estuprou. Ainda de acordo com a vítima, a agressão sexual durou cerca de uma hora, além de ter a roupa rasgada pelo agressor durante a fuga o suspeito roubou o aparelho de smartfone da vítima.

No dia do crime a mulher foi hospitalizada e recebeu um coquetel anti-HIV, desde então ela se encontra bastante abalada.

Foto: Portal Sorriso

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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