Mato Grosso
Homem é baleado na cabeça enquanto dormia em Rondonópolis
Mato Grosso
Da Redação
Um homem de 40 anos foi baleado na cabeça, na noite da ultima segunda-feira (12), enquanto estava deitado em uma rede na residência de um casal de amigos, no bairro Vila Nova, em Paranatinga (373 km de Cuiabá). Ele foi socorrido em estado grave e transferido para um hospital de Rondonópolis (212 km de Cuiabá).
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 22h pela equipe de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), com a informação de que um homem teria sido baleado na cabeça.
Os policiais foram até o local e a vítima já tinha sido encaminhada para uma unidade de saúde. Em conversa com uma testemunha, ela informou que o homem, que estava na residência de um casal de amigos, resolveu deitar na rede na varanda da casa.
As testemunhas estavam dentro da residência quando escutaram barulho, segundo eles, parecido com o de uma bomba. Ao sair da casa para verificar o que ocorreu encontraram o homem sangrando bastante.
O Samu foi acionado, socorreu a vítima, que estava em estado grave, e encaminhou para uma unidade de saúde. Devido ao estado crítico, ele teve que ser transferido para um hospital de Rondonópolis para atendimento médico.
Ainda não há informações sobre quem efetuou o disparo.
Testemunhas disseram que não ouviram barulho de carro ou moto chegando, ou saindo do local.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
Mato Grosso
Gaeco-MT atua em operação contra esquema milionário no agronegócio
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) participa da Operação Safra Oculta, deflagrada nesta quarta-feira (26) pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) para investigar um esquema interestadual de sonegação fiscal no comércio de grãos. A ação ocorre de forma integrada em Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina e Bahia e apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.Em Mato Grosso, o Gaeco-MT cumpriu mandado de prisão contra um alvo no Estado. Ao todo, foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em municípios dos cinco estados envolvidos na operação.Segundo as investigações, o grupo teria estruturado uma rede de empresas para viabilizar operações de comercialização de grãos e dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis pelos negócios. Entre os investigados estão três contadores apontados como integrantes da estrutura utilizada para manter o esquema.As apurações indicam ainda o uso de empresas chamadas de “noteiras” para emissão de documentos fiscais e formalização de operações comerciais. A estrutura teria permitido a movimentação de grandes volumes financeiros por empresas registradas em nome de terceiros, sem capacidade econômica compatível com os valores movimentados.Duas das principais empresas investigadas acumulam mais de R$ 90 milhões em débitos de ICMS constituídos e não quitados. Uma delas teria movimentado cerca de R$ 200 milhões no período analisado pelos investigadores.Além da sonegação fiscal, a operação busca identificar possíveis práticas de lavagem de dinheiro e organização criminosa, bem como produtores rurais e empresários que possam ter se beneficiado do esquema.A atuação do Gaeco-MT integra uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Goiás, por meio do Gaeco e do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-GO), além dos Gaecos de São Paulo e Santa Catarina, do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público da Bahia, da Secretaria de Estado da Economia de Goiás e das Polícias Civil e Militar goianas. As investigações seguem em andamento.O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e pelo Sistema Socioeducativo.(Com informações do MPGO)
Foto: Imagem ilustrativa.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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