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Governo de Mato Grosso prorroga cobrança do IPVA dos meses de maio e junho

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O Governo de Mato Grosso prorrogou na última quarta-feira (15.04) o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), relativo ao exercício de 2020, que venceria nos meses de maio e junho. Com isso o imposto dos veículos com finais de placa 8, 9 e 0 ficam postergados para o mês de julho deste ano.

A medida foi publicada por meio do Decreto nº 454, no Diário Oficial, como forma de tentar mitigar os efeitos da Covid-19 para os contribuintes mato-grossenses. O Executivo já havia determinado a prorrogação do prazo para os automóveis com finais de placa 4, 5, 6 e 7.

Os parcelamentos do IPVA dos meses anteriores, gerados tanto no âmbito da Secretaria de Fazenda (Sefaz) quanto da Procuradoria Geral do Estado (PGE), também foram prorrogados. Dessa forma, as parcelas referentes aos meses maio e junho serão cobradas apenas no mês de julho e as demais nos meses subsequentes.

No caso dos veículos com placa final 2 e 3 o imposto foi cobrado mês de fevereiro. O contribuinte que, por exemplo, optou por parcelar em três vezes quitou a primeira parcela até o dia 28 de fevereiro e as parcelas seguintes venceriam em março e abril. Com a medida do Governo de Mato Grosso o vencimento passou para os meses de maio e junho.

Com a prorrogação, as datas de vencimento do IPVA 2020 ficam da seguinte forma: placa final 4 e 5 no mês de maio; placa final 6 e 7 no mês junho; 8, 9 e 0 no mês de julho. Ao negociar o imposto, o contribuinte pode optar pelo pagamento à vista com descontos de 5% e 3% ou pelo parcelamento em até seis vezes.

Para imprimir o documento de arrecadação (boletos) com as novas datas de vencimento o contribuinte precisa acessar o banner “IPVA 2020”, disponível no site da Sefaz e informar o chassi ou renavan do veículo. Nos casos dos parcelamentos já realizados e impressos, será necessário fazer a reimpressão dos boletos.

Caso o contribuinte tenha dificuldade ou encontre alguma inconsistência na hora de gerar e imprimir os boletos, a Sefaz orienta que entre em contato pelos canais de atendimento virtuais informando todos os dados necessários como placa do veículo, chassi ou renavan. O contato deve ser feito pelo Sefaz para Você, disponível no site da secretaria, ou pelo e-mail da Agência Fazendária do domicílio tributário do contribuinte. 
Foto: Secom/GOVMT
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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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