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Explosão em caixa eletrônico é registrado no bairro Morada do Ouro em Cuiabá (Veja Vídeo))

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Da Redação

Uma explosão em caixa eletrônico foi registrado no final da madrugada desta terça-feira (06), no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá.

De acordo com as informações, dois homens adentraram na agência e com auxílio de um pé de cabra quebraram parte do caixa eletrônico, na sequência, os dois bandidos correm e uma explosão pode ser vista. Toda a ação dos bandidos foi registrada pelas câmeras de segurança da agência bancária.

No vídeo é possível ver o momento que os dois bandidos entram na agência, eram 4h 04min. A ação durou pouco mais de um minuto, enquanto um dos homens quebra o caixa, o outro prepara os explosivos.

Exatamente ás 4h 5min e 20seg a explosão acontece, pouco tempo depois os bandidos voltam e tentam pegar o dinheiro, porém neste momento, policiais militares chegam ao local, os bandidos tentam correr, porém, foram presos em flagrante pela polícia.

Os suspeitos presos, não tiveram a identidade revelada pelas autoridades que agora investigam o caso,as investigações irão revelar se houve a participação de outras pessoas na ação.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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