Mato Grosso

Em Rondonópolis, homem é preso por tentativa de homicídio

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Na madrugada desta terça-feira (5), a Polícia Militar prendeu V.J.B.M de 34 anos, após o mesmo incendiar a residência e tentar esfaquear o seu irmão, em Rondonópolis (218km de Cuiabá).

O ocorrido aconteceu no bairro Jardim Planalto. A Polícia Militar foi acionada como apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O suspeito foi detido em flagrante arremessando uma garrafa no chão. Ao perceber a presença dos policias, o suspeito se trancou em um imóvel e começou a colocar fogo em objetos, como cadeiras e mesas no interior da casa em que o seu irmão dormia, quando acordou e percebeu o incêndio, tentou se retirar do imóvel e foi atingido pelo suspeito, com um golpe de faca na perna direita. O irmão relatou à Polícia Militar, que essa foi a segunda tentativa de homicídio sofrida por ele.

O suspeito apresentou um comportamento violento e os polícias efetuaram dois disparos não-letal, conhecida como Spark (arma de energia conduzida), entretanto o resultado não foi o esperado e o suspeito fugiu pelo telhado de uma casa.

V.J.B.M foi encontrado na Rua Otávio Pitaluga, nas proximidades da Câmara Municipal de Vereadores e entregue à delegacia por crime homicídio doloso, incêndio, ameaça, dano, desobediência e resistência.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA