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Bandidos trocam tiros com o Bope e morrem no confronto

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Da Redação

A noite de quarta-feira(05), foi marcada por mais um confronto entre bandidos e a equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais(Bope), no bairro Altos da Serra, em Cuiabá. Dois traficantes ficaram feridos na troca de tiros e morreram no hospital.

Entre eles, Maycon Luiz Santana Carvalho, de 21 anos, conhecido como Maiky Torto no mundo do crime, ele tinha passagens por roubo de táxi e sequestro do motorista; ameaça a uma senhora com um facão e furto ao banco Itaú do Cristo Rei.

O confronto aconteceu, quando os agentes do Bope realizavam rondas, que fazem parte de uma operação especial contra o tráfico de drogas, na região que já bem conhecida pelo histórico de criminalidade.

Durante a ronda no local, os militares foram recebidos com disparos de armas de fogo, sendo revidados. “Nossa conduta de patrulhamento é diferenciada, as viaturas andam afastadas um da outra. As primeiras já foram alvo dos disparos, a gente conseguiu identificar de onde vinha, fizemos o cerco o conflito começou”, comentou o coronel Ronaldo Roque, em entrevista com a imprensa.

De acordo com as informações, assim que uma das guarnições chegou na porta do barracão, de onde vieram os disparos, três deles fugiram e outros dois continuaram no local. E após um deles atirar na direção dos policiais, ele foi atingido. O suspeito estava em posse de um revólver calibre 38.

Ainda no local, o segundo suspeito, na tentativa de fuga, não respeitou as ordens de parada dos militares, e foi atingido pelos policiais.

Os dois feridos, Maiky Torto, e outro suspeito não identificado, foram socorridos ainda com vida e encaminhados, pelos policiais, até a Policlínica do Planalto. Onde não resistiram aos ferimentos e morreram no hospital.

Foi realizado a busca no local com a intenção de localizar outros materiais ilícitos e encontrado no interior da construção dois tabletes de substância análoga à maconha e as duas armas de fogo usadas no confronto.

A equipe da polícia militar esteve no local para fazerem o isolamento da área e a Policial Civil e Politec, periciaram a cena do confronto para iniciarem as primeiras investigações.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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