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26 são presos após ação policial em festa rave no bairro Souza Lima, em VG

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Da Redação

A Polícia Militar (PM), encerrou na tarde desta quarta-feira (01) uma festa rave regada a álcool e drogas em uma chácara no bairro Souza Lima, em Várzea Grande. A ação resultou na prisão de vinte e seis pessoas e na apreensão de drogas.

O grupo de vinte e seis pessoas foram presas e encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande, com eles foram encontrados entorpecentes em grande quantidade, além de apetrechos usados para o uso de entorpecentes.

Além de maconha, ainda foram apreendidas ecstasy  e cogumelos alucinógenos, os policiais chegaram até o local após uma denuncia anônima que dava conta do alto consumo de entorpecentes no local, no momento que chegaram, os agentes fizeram o cerco fechando os principais pontos de fuga e realizaram a abordagem.

Alguns dos jovens tentaram fugir do local, fato que obrigou os policiais a fazerem uso da força, além disso, um dos detidos estava utilizando tornozeleira eletrônica, na qual estava desligada. Os detidos possuem entre 18 e 25 anos, a polícia não divulgou a identidade dos detidos.

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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