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Seleção feminina de basquete bate Porto Rico e fatura o bronze na Copa América

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Da Redação

Em mais uma boa campanha neste início de trabalho do técnico José Neto, a seleção brasileira feminina de basquete encerrou a disputa da Copa América, neste domingo, com a conquista do terceiro lugar. O posto veio com uma tranquila vitória sobre Porto Rico, país anfitrião, por 95 a 66, no ginásio Coliseo Roberto Clemente, na cidade de San Juan. No mês passado, em Lima, no Peru, o Brasil faturou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos, feito que não era obtido desde Havana-1991.

Com o terceiro lugar, a seleção brasileira se garantiu no Pré-Olímpico das Américas, que será em novembro com duas sedes (Canadá e Argentina) e terá dois grupos de quatro equipes. Apenas os dois primeiros de cada lado se classificam para o qualificatório intercontinental do ano que vem com outras 12 seleções – sendo seis da Europa, quatro da Ásia/Oceania e duas da África – disputando 10 vagas nos Jogos de Tóquio-2020.

Em sorteio realizado neste domingo pela Fiba, o Brasil caiu no Grupo B, com sede na cidade argentina de Bahía Blanca, ao lado de Estados Unidos, Argentina e Colômbia. A chave A conta com o anfitrião Canadá, Cuba, Porto Rico e República Dominicana.

Na Copa América, o Brasil fez seis jogos e terminou com quatro vitórias e duas derrotas – justamente para os finalistas Estados Unidos (na fase de classificação) e Canadá (nas semifinais). A vitória deste domingo tem um sabor de vingança, já que foi Porto Rico que há dois anos bateu as brasileiras na decisão do terceiro lugar da competição e as tirou do Mundial do ano passado, algo que não acontecia desde 1959.

Neste domingo, em San Juan, apenas Tati e Rapha Monteiro, no time atual, estavam na derrota de 2017. Em quadra, Damiris foi a cestinha com 28 pontos, além de nove rebotes e oito assistências. Erika também brilhou com 16 pontos e 10 rebotes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Estadão Conteúdo/ https://esportes.estadao.com.br/noticias/basquete,selecao-feminina-de-basquete-bate-porto-rico-e-fatura-o-bronze-na-copa-america,70003030532

Foto: Thais Llorca/EFE

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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso 

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A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.

O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.

O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.

Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.

O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.

Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.

O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.

Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.

Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.

Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.

Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.

FICHA TÉCNICA
Austrália 2 x 4 Brasil
Competição Amistoso
Local Suncorp Stadium, Brisbane (AUS)
Data 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Horário 7h (de Brasília)
Cartões Amarelos (Austrália) Irankunda, Souttar
Cartões Amarelos (Brasil) Gabriel Magalhães, Endrick
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro Yusuke Araki (JAP)
Arbitragem Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
Arbitragem Quarto árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Gols 1º gol Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil)
Gols 2º gol Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália)
Gols 3º gol Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália)
Gols 4º gol Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil)
Gols 5º gol Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil)
Gols 6º gol Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil)
Escalação Austrália Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović
Escalação Brasil Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes



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