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Gabi Cândido diz que síndrome do pânico a fez pedir dispensa da seleção de vôlei

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Ponteira do Sesi revela problema de saúde e lamenta não poder defender o Brasil

 

Da Redação

 

A ponteira Gabi Cândido, do Sesi-Bauru, time que caiu nas semifinais da Superliga Feminina, explicou nesta quarta-feira, em suas redes sociais, os motivos de sua dispensa da seleção brasileira de vôlei. A jogadora revelou que sofre de síndrome do pânico e tem “crises repentinas de ansiedade aguda, marcadas por muito medo e desespero”.

Reportagem publicada pelo Estado nesta quarta-feira mostrou que os pedidos de dispensa de seis jogadoras (Thaísa, Dani Lins, Camila Brait, Tássia e Gabi Cândido e Adenízia) abriram uma crise na seleção brasileira feminina de vôlei. Fontes ligadas ao vôlei alegaram que algumas atletas não têm condições de suportar emocionalmente situações de cobrança.

Gabi usou a sua conta no Instagram para, em dois posts consecutivos, reafirmar o seu comprometimento com a seleção brasileira em todos os momentos de sua carreira. A ponteira lamentou as críticas que recebeu por deixar o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães em um ano com várias competições importantes às vésperas dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 – Liga das Nações, Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), Sul-Americano, Pré-Olímpico e Copa do Mundo.

“Sirvo a seleção brasileira de base com muito orgulho desde 2012. NUNCA (e quem me conhece sabe e pode afirmar) deixei de dar todos os dias o melhor de mim. Sou imensamente grata ao Zé Roberto pelo reconhecimento do meu trabalho. Não devo satisfação a nenhum de vocês, mas já que vocês gostam tanto de nos julgar, por motivos que não cabem a vocês eu vou explicar resumidamente o porquê de eu não ter me apresentado. Tenho uma doença chamada síndrome do pânico; ou seja ‘crises repentinas de ansiedade aguda, marcadas por muito medo e desespero, associadas a sintomas físicos e emocionais aterrorizantes’ para que entendam melhor”, explicou.

“Dói muito em mim ler comentários tão cruéis me chamando de covarde. De pessoas que nem se quer me conhecem ou sabem quem eu sou. Agradeço muito a Deus por estar melhor hoje e a minha família que me dá total apoio e conforto para que eu melhore cada dia mais. E para os cornerteiros de plantão, e pra quem me pergunta de coração aberto e quer o meu bem, é por isso que em 2019 peço dispensa da seleção”, completou.

Gabi Cândido havia sido convocada na semana passada por Zé Roberto Guimarães para um primeiro período de treinamentos, que começou na última segunda-feira, no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ).  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Estadão Conteúdo / https://esportes.estadao.com.br/noticias/volei,gabi-candido-diz-que-sindrome-do-panico-a-fez-pedir-dispensa-da-selecao-de-volei,70002802600

Foto: Reprodução/Instagram

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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso 

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A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.

O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.

O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.

Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.

O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.

Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.

O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.

Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.

Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.

Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.

Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.

FICHA TÉCNICA
Austrália 2 x 4 Brasil
Competição Amistoso
Local Suncorp Stadium, Brisbane (AUS)
Data 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Horário 7h (de Brasília)
Cartões Amarelos (Austrália) Irankunda, Souttar
Cartões Amarelos (Brasil) Gabriel Magalhães, Endrick
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro Yusuke Araki (JAP)
Arbitragem Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
Arbitragem Quarto árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Gols 1º gol Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil)
Gols 2º gol Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália)
Gols 3º gol Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália)
Gols 4º gol Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil)
Gols 5º gol Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil)
Gols 6º gol Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil)
Escalação Austrália Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović
Escalação Brasil Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes



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