Esporte
Flamengo apresenta Gabriel e Arrascaeta e bate o Bangu de virada por 2 a 1
Esporte
Time de Abel Braga sai atrás logo no início, mas consegue reagir com gols de Diego e Rhodolfo
Da Redação
Em tarde festiva, de casa cheia no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, que recebeu mais de 46 mil torcedores, o Flamengo começou a disputa da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca, com o pé direito. Venceu o Bangu por 2 a 1, de virada, e agora soma três pontos no Grupo C.
Antes do jogo, os dois principais reforços rubro-negros foram apresentados à torcida: o meia uruguaio Arrascaeta, ex-Cruzeiro, e o atacante Gabriel, ex-Santos. Os dois não tinham condições legais para a estreia. Apesar do placar apertado, a torcida foi para casa feliz e esperançosa.
O jogo começou em alta velocidade e com o Bangu cumprindo a promessa do técnico Alfredo Sampaio de jogar de igual para igual contra o Flamengo. Tanto que abriu o placar aos dois minutos. Kelvin cobrou arremesso lateral e Anderson Lessa subiu na frente de Rodrigo Caio e mandou a bola no ângulo. No lance anterior, bem parecido, Rhodolfo falhou e Pingo testou de cima para baixo, mas Diego Alves fez grande defesa.
Como também era esperado, o Flamengo foi para cima e passou a criar chances. O lance que abriu o gol de empate saiu em uma polêmica aos 12 minutos. Renê recuperou uma bola na linha de fundo, mas a bola saiu e a auxiliar, empurrada, não viu. Após o passe para trás, Diego bateu rasteiro, o goleiro Jefferson Paulino defendeu e a bola tocou no braço de Felipe Dias. Pênalti e expulsão. Deslocando o goleiro, Diego empatou.
Com um jogador a mais, a superioridade flamenguista foi grande. O goleiro fez boas defesas, mesmo porque conseguiu ter mais de 73% de posse de bola. A ordem do técnico Abel Braga no intervalo foi para que seu time fosse mais intenso e finalizasse mais. Alfredo Sampaio entrou disposto a encurtar os espaços e tentar se defender pelo Bangu.
O gol da virada saiu aos oito minutos. Após levantamento de Éverton Ribeiro, o zagueiro Rhodolfo se antecipou a Jefferson e deu uma casquinha de cabeça. A pressão era total. Vitinho exigiu defesa do goleiro do Bangu, aos 12, e, aos 14, Pará chutou, a bola desviou e explodiu no travessão.
A melhor chance de ampliar, porém, esteve nos pés de Diego aos 18 minutos, em um pênalti cometido por Dieyson em cima de Éverton Ribeiro. O meia bateu forte, mas Jefferson caiu do lado direito e espalmou. Em 11 cobranças com a camisa rubro-negra, esta foi a terceira perdida por ele. Mas o jogo continuou de um time só, com o Bangu nem tentando puxar algum contra-ataque.
Sob controle do jogo, Abel Braga optou por poupar Diego, substituído aos 32 minutos por Vitor Gabriel. O meia saiu muito aplaudido e entregou a faixa de capitão para Cuéllar. Pouco depois, Éverton Ribeiro saiu para a entrada de Piris da Motta. O público de 46.472 torcedores foi recorde em estreias do Flamengo em Estaduais.
Nesta quarta-feira, os dois times voltam a campo pela segunda rodada. O Flamengo sai diante do Resende, às 19h15, em Volta Redonda (RJ), enquanto que o Bangu vai enfrentar o Botafogo, no mesmo horário, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro.
FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 x 1 BANGU
FLAMENGO – Diego Alves; Pará, Rhodolfo, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Diego (Vitor Gabriel) e Éverton Ribeiro (Piris da Motta); Uribe e Vitinho (Thiago Santos). Técnico: Abel Braga.
BANGU – Jefferson Paulino; Kelvin, Michel, Anderson Penna e Dieyson; Felipe Dias, Serginho (Josiel), Marcos Júnior (Yaya Banhoro) e Robinho; Anderson Lessa e Pingo (Jairinho). Técnico: Alfredo Sampaio.
GOLS – Anderson Lessa, aos 2, e Diego (pênalti), aos 15 minutos do primeiro tempo; Rhodolfo, aos 8 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Vitinho, Thiago Santos e Diego (Flamengo); Dieyson e Michel (Bangu).
CARTÃO VERMELHO – Felipe Dias (Bangu).
ÁRBITRO – Bruno Arleu Araújo.
RENDA – R$ 1.067.172,00.
PÚBLICO – 43.771 pagantes (46.472 no total).
LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
Fonte: Estadão Conteúdo / https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,flamengo-apresenta-gabriel-e-arrascaeta-e-vence-o-bangu-de-virada-por-2-a-1,70002687491
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Esporte
Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso
A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.
O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.
O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.
Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.
O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.
Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.
O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.
Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.
Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.
Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.
Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.
| FICHA TÉCNICA | ||
|---|---|---|
| Austrália 2 x 4 Brasil | ||
| Competição | Amistoso | |
| Local | Suncorp Stadium, Brisbane (AUS) | |
| Data | 29 de setembro de 2026 (terça-feira) | |
| Horário | 7h (de Brasília) | |
| Cartões | Amarelos (Austrália) | Irankunda, Souttar |
| Cartões | Amarelos (Brasil) | Gabriel Magalhães, Endrick |
| Cartões | Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro | Yusuke Araki (JAP) |
| Arbitragem | Assistentes | Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP) |
| Arbitragem | Quarto árbitro | Ryo Tanimoto (JAP) |
| Gols | 1º gol | Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 2º gol | Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 3º gol | Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália) |
| Gols | 4º gol | Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil) |
| Gols | 5º gol | Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil) |
| Gols | 6º gol | Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil) |
| Escalação | Austrália | Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović |
| Escalação | Brasil | Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti |
Fonte: Esportes
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