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Saiba Como a TI orientada aos negócios pode impactar sua empresa

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Da Redação

Você consegue se imaginar em um mundo sem tecnologia? Provavelmente, não. O recurso encontra-se presente em diferentes formatos das esferas sociais. Quando se trata do mercado corporativo, as soluções tecnológicas são sinônimos de sobrevivência visto que contribuem com entregas ágeis e de alta qualidade. Neste contexto, o Gartner identificou no Brasil um possível aumento no investimento de empresas em TI no qual há uma previsão de crescimento de 2,5% do último ano para cá – o que representa uma movimentação de R$ 266 bilhões.

Fato é que os executivos brasileiros tomaram consciência sobre a importância da TI para o impulsionamento da companhia, mas, será que o capital investido está sendo direcionado no lugar certo? Na prática, a área costuma ser vista como a base do funcionamento das engrenagens de uma empresa. Ou seja, uma unidade puramente operacional responsável por sanar os problemas técnicos do dia a dia. Aqui, preciso dizer que o uso dos recursos tecnológicos atualmente disponíveis podem (e devem) ir muito além da infraestrutura e aplicações.

Ao mudar a visão do papel da tecnologia no ambiente organizacional, o executivo é capaz de elevar o patamar da marca por meio da otimização do nível de competitividade da empresa perante a concorrência. Para que esse movimento aconteça, uma sugestão é desenvolver a seguinte perspectiva: uma área de TI orientada aos negócios. Na prática, a iniciativa de integrar as soluções tecnológicas e a estratégia organizacional auxilia a análise real do cenário organizacional a fim de definir as prioridades, e, consequentemente, traçar os passos necessários para concretizá-las.

Diante desse panorama, o ponto de partida para alcançar uma equipe de TI estratégica é identificar os gaps de performance organizacional.

Outro processo essencial nesta jornada, é de ter alguém na organização olhando para o futuro, fomentando as mudanças essenciais antes da real necessidade. Antecipação é um dos pilares fundamentais da TI estratégica.

 

Foto: Diego Santos

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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