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Projeto “Volta ao Mundo” transforma Copa do Mundo em aprendizado e integração entre alunos

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Os alunos dos 3º, 4º e 5º anos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida participarão, na próxima sexta-feira (12), do projeto “Volta ao Mundo”, uma experiência cultural e esportiva inspirada nos países que disputarão a Copa do Mundo de 2026. O evento será realizado durante toda a manhã e terá início com o desfile das nações representadas pelos estudantes.

De acordo com a diretora da unidade escolar, Helena Fernandes, a programação contará com jogos de futebol, circuitos esportivos, pebolim, tênis de mesa e diversas atividades voltadas ao conhecimento e à integração dos alunos.

“Teremos jogos, dinâmicas e desafios envolvendo perguntas sobre geografia, cultura, idiomas e curiosidades dos países participantes. Além disso, os estudantes serão estimulados a trabalhar em equipe, desenvolver o respeito às diferenças e fortalecer a integração entre as turmas”, destacou a diretora.

Helena Fernandes ressalta que a Copa do Mundo faz parte da cultura brasileira e desperta grande interesse entre os estudantes. “Os alunos estão muito animados com a realização do evento. É também uma oportunidade de ampliar o conhecimento em diferentes áreas, já que o tema é trabalhado em sala de aula por meio de pesquisas, produção de textos, elaboração de gráficos e outras atividades pedagógicas”, explicou.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a Copa do Mundo é um evento global que vai muito além do esporte e pode ser utilizada como uma importante ferramenta de aprendizagem.

“A Copa desperta a curiosidade dos alunos e incentiva a busca por novos conhecimentos. Quando associamos o esporte ao aprendizado, tornamos o processo educativo mais atrativo, dinâmico e significativo para as crianças”, afirmou a secretária.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Exército mantém patrulha de fronteiras mesmo com bloqueio do orçamento

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O Exército brasileiro mantém as atividades de caráter permanente nas fronteiras do Brasil mesmo com o contingenciamento de R$ 4,3 bilhões do orçamento do Ministério da Defesa (MD) anunciado pelo Executivo no final de maio. Além das atividades permanentes, a Força mantém as ações adicionais de combate ao crime já iniciadas.

Por outro lado, o bloqueio está levando a Força a reavaliar as ações extras de intensificação do combate a crimes na região que, apesar de inicialmente planejadas, ainda não foram iniciadas. Essas ações adicionais são diferentes do patrulhamento contínuo realizado o ano todo. Porém, o levantamento das medidas planejadas que podem precisar de ajustes ainda não foi finalizado pelo comando do Exército.

As atividades permanentes do Exército nas fronteiras, conhecido como Operação Escudo, incluem vigilância e fiscalização contínuas, patrulhamento fluvial e reconhecimentos de fronteira com objetivo de reafirmar a presença do Estado brasileiro na faixa de fronteira.

A Operação Escudo atua contra crimes ambientais e ilícitos transfronteiriços, como narcotráfico e tráfico de armas e de munições. O Estado brasileiro ainda conta com ações da Polícia Federal (PF) no combate ao crime na faixa de fronteira, com auxílio das polícias civis e militares de cada estado.

Arcabouço fiscal

No final de maio, o governo anunciou o contingenciamento adicional de R$ 22,1 bilhões do orçamento, chegando a 23,7 bilhões o total de recursos bloqueados em 2026. Esses valores podem ser ainda desbloqueados até o final do ano.

O contingenciamento é uma exigência do limite de gastos do arcabouço fiscal, lei aprovada pelo Parlamento, em 2023, em substituição ao antigo teto de gastos do governo de Michel Temer, que tinha regras mais restritivas para gastos públicos.

O limite de gastos da União é justificado como parte do esforço para controlar a dívida pública. Porém, o fator que mais contribui para o aumento da dívida são os altos juros praticados pelo Banco Central (BC). 

Enquanto gastos com saúde, educação, segurança e defesa são obrigados a cumprir os limites do Arcabouço Fiscal, os gastos financeiros com a dívida e os juros não sofrem qualquer restrição orçamentária.

Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, esse bloqueio foi necessário porque o governo terá de abrir crédito para acomodar o crescimento de gastos obrigatórios, como Benefício de Prestação Continuada (BPC), com crescimento de R$ 14,1 bilhões; e benefícios previdenciários (+R$11,5 bilhões). 

Em contrapartida, a equipe econômica reduziu a previsão dos gastos com o funcionalismo público. Despesas com pessoal e encargos sociais: –R$ 3,8 bilhões.

 



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