safra favorável

Produtividade do milho deve crescer em 15% no Mato Grosso

O rendimento do cereal deve avançar na comparação anual e pontuar um crescimento de quase 15%, considerando a projeção de 106,35 sacas por hectare

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Economia

Os os analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com a semeadura da soja finalizada com antecedência, em relação à média histórica, é esperado que apenas 8,03% dos 6,23 milhões de hectares destinados ao milho no Estado sejam semeados fora da janela ideal, destacam o diferencial da safra 2020/21 do milho, em Mato Grosso, a temporada futura (2021/22) apresenta cenário positivo quanto à semeadura dentro da janela e condições climáticas, o que vai favorecer a produção e a produtividade.

O rendimento do cereal deve avançar na comparação anual e pontuar um crescimento de quase 15%, considerando a projeção de 106,35 sacas por hectare ante o consolidado no ciclo passado em 92,65 sacas/ha, a menor produtividade já registrada em Mato Grosso.

Mesmo com a expectativa de maior oferta ante a safra 2020/21, o preço do cereal pode se manter em altos patamares devido à manutenção do valor do dólar e à demanda aquecida pelo milho. “Para se ter ideia, é previsto que na safra 2021/22 as exportações do Estado e o consumo interno ampliem em 42,51% e 4,35% ante a temporada passada. De todo modo, um ponto de atenção para a safra é o aumento no custo de produção, que pode afetar a rentabilidade dos produtores que ainda não garantiram seus insumos”, alertam.

Este cenário, junto às previsões de volumes de chuva acima da média dos últimos anos para janeiro e fevereiro, são fatores positivos para a produtividade e produção da cultura, sendo esperados resultados de 106,35 sacas por hectares (sc/ha) e 36,65 milhões de toneladas, respectivamente.

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Mercado mantém estáveis projeções para inflação, juros, PIB e dólar

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As expectativas do mercado financeiro para a inflação, a taxa básica de juros, o crescimento da economia e câmbio permaneceram estáveis na comparação com a semana passada, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central.

Para 2026, a projeção para a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 5,02%. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) também permaneceu em 1,98%. As projeções para o dólar ao fim do ano e para a taxa básica de juros (Selic) seguiram em R$ 5,20 e 13,75% ao ano, respectivamente.

O cenário reflete estabilidade nas expectativas para os principais indicadores acompanhados pelo mercado financeiro.

A projeção para a inflação continua acima da meta contínua perseguida pelo Banco Central. Para alcançá-la, a autoridade monetária utiliza como principal instrumento a taxa Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, medida que ajuda a reduzir a inflação porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Por outro lado, taxas elevadas podem dificultar a expansão da atividade econômica.

2027

Já a previsão de crescimento do PIB indica a expectativa do mercado para o desempenho da economia brasileira. O indicador representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

O boletim também mostrou pequenas alterações nas estimativas para 2027. A projeção para o IPCA passou de 4,22% para 4,24%, enquanto a previsão de crescimento do PIB recuou de 1,52% para 1,50%. A estimativa para o dólar subiu de R$ 5,28 para R$ 5,29. A expectativa para a Selic permaneceu em 12% ao ano.

Divulgado semanalmente pelo Banco Central, o Relatório Focus reúne projeções de instituições financeiras para os principais indicadores da economia brasileira.

IBGE

A inflação oficial perdeu força pelo quarto mês consecutivo e ficou em 0,07% em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,44% em 12 meses, retornando ao intervalo da meta contínua de inflação, fixada em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.



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