Economia
Prefeitura de Sinop reforça desenvolvimento urbano ordenado com resultados positivos em junho
Economia
A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação, divulgou o relatório de atividades referente ao mês de junho de 2026, com indicadores que demonstram a continuidade do crescimento urbano e econômico do município. Durante o mês, foram emitidos 165 alvarás, contemplando diferentes modalidades de construção e uso do solo. Desse total, a maior parte corresponde à categoria unifamiliar, com 83 alvarás emitidos, seguida da categoria comercial, com 51, multifamiliar, com 25, e mista, com 6 emissões. Não houve emissão de alvarás na categoria institucional no período.
O relatório também aponta a emissão de 97 habite-se, documento essencial que certifica que imóveis concluídos estão aptos para ocupação, garantindo conformidade com as normas técnicas, urbanísticas e de segurança. Outro dado relevante refere-se à movimentação do setor da construção civil em Sinop. Em junho, foram registrados 50.148,98 metros quadrados de área construída, elevando o acumulado de 2026 para 421.067,84 m² construídos entre janeiro e junho. O número reforça a expansão urbana do município e a manutenção de um cenário favorável para novos empreendimentos.
Além disso, a secretaria contabilizou 9 processos de unificação de áreas, 6 desmembramentos, 6 alvarás renovados, 3 alvarás de demolição e 44 alvarás de regularização, evidenciando a diversidade de serviços ofertados pela pasta e o trabalho contínuo de organização e adequação urbana.
Os números refletem o avanço das construções, ampliações, regularizações e demais processos ligados ao ordenamento urbano da cidade. O secretário de Planejamento Urbano e Habitação, Luiz Magnani, destacou que os números refletem o dinamismo de Sinop e a confiança da população e do setor produtivo no crescimento da cidade.
“Esses números traduzem, na prática, o ritmo de desenvolvimento que Sinop mantém. Quando registramos 165 alvarás emitidos em um único mês, quase 100 habite-seS liberados e mais de 50 mil metros quadrados construídos, estamos falando de investimentos, geração de emprego, crescimento ordenado e fortalecimento da economia local. Nosso compromisso é garantir que esse avanço aconteça com planejamento, segurança e responsabilidade urbana, oferecendo agilidade nos processos e suporte à população”, ressaltou Magnani.
Com resultados consistentes ao longo do primeiro semestre, a Secretaria de Planejamento Urbano e Habitação segue atuando para assegurar que o crescimento de Sinop ocorra de forma estruturada, acompanhando a expansão da cidade e promovendo desenvolvimento com organização e eficiência.
Economia
Durigan: governo vai começar a retirar subsídio de R$ 0,44 da gasolina
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quinta-feira (2) que o governo federal vai começar nos próximos dias a retirar o subsídio de R$ 0,44 da gasolina. O alívio no preço foi implementado em maio para proteger consumidores brasileiros da alta internacional do preço do petróleo, causada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, no Oriente Médio.

Durigan adiantou que, nos próximos meses, todo o subsídio para combustíveis no país será retirado agora que o preço do petróleo voltou a patamares semelhantes ao período anterior à guerra.
“Da mesma forma que a gente teve prontidão para erguer as proteções para minimizar o impacto da guerra no Oriente Médio, quando essas condições que fizeram colocar as medidas protetivas deixam de existir, quando o preço do petróleo diminui, há uma persperctiva, ainda que incerta, de estabilização da guerra, temos que ir revertendo as subvenções”, disse o ministro durante nova edição do projeto Caminhos do Brasil, promovido por O GLOBO, Valor Econômico e Rádio CBN, no Rio.
O preço do barril de petróleo tipo Brent (referência internacional) voltou a ser negociado nesta semana na casa dos US$ 70, cotação em linha com o período pré-conflito. Nos momentos mais críticos da guerra, o valor do barril ultrapassou US$ 110.
Durigan acrescentou que o governo não tem mais o acordo com os estados em que a União fazia a subvenção de ICMS em importação de diesel. Além disso, o PIS-Cofins também já voltou a incidir sobre o combustível, completou.
“Uma primeira parte de subvenção de R$ 0,35 por litro já deixou de ser paga, a partir de julho, para as distribuidoras, e há duas pernas faltantes: a subvenção adicional no diesel, de R$ 1,12, e na gasolina, de R$ 0,44.
“Começando pela gasolina, que vai ser feita nos próximos dias, nós vamos fazer a revisão do subsídio, considerando que o cenário tem mudado pra baixo em relação ao preço do petróleo”, afirmou o ministro.
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