"Potencial"

No Dia Mundial do Turismo, Cetur-MT destaca a importância de investimentos locais

O estado conta com algumas cidades que já possuem uma certa estrutura para receber o turista, e muitos municípios possuem alto potencial turístico.

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Economia

Da Redação.

No Dia Mundial do Turismo, celebrado nesta segunda-feira (27), o Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio (Cetur-MT) destaca a importância do desenvolvimento do turismo local para contribuir com a retomada do setor. Com prejuízo acumulado de mais de R$ 413,1 bilhões no país em função do período de pandemia, conforme pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o setor começa a ver sinais de recuperação.

“Aos poucos, com o avanço da vacinação, as pessoas estão se sentindo mais seguras e programando suas viagens de lazer. E é um bom momento para Mato Grosso receber turistas do Brasil e do mundo. Nosso estado conta com algumas cidades que já possuem uma certa estrutura para receber o turista, mas muitos municípios, que possuem alto potencial turístico necessitam de investimentos para oferecer melhor estrutura e serviços aos visitantes”, explica a representante do Cetur-MT, Alcimar Moretti.

Ela cita o turismo de contemplação, que ocorre no Pantanal e em Chapada dos Guimarães, e o de aventura, nas cidades de Nobres e de Jaciara. “Em todos esses casos, a capital acaba se beneficiando, pois além do turismo de evento e negócios, grande parte dos visitantes chegam pelo aeroporto e, muitas vezes, se hospedam e acabam fazendo turismo em Cuiabá”, ressalta Alcimar, que que também responde pela presidência do Sindicato das Empresas de Eventos e Afins de Mato Grosso (Sindieventos-MT).

O vice-presidente do Cetur-MT e presidente do Sindicato Intermunicipal dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado (SHRBS-MT), Luis Carlos Nigro, destaca que a criação do Conselho, que é composto pelas entidades do turismo, é uma medida importante para contribuir para a retomada do desenvolvimento do turismo local. “Temos um plano de ação de curto e médio prazo para promover o setor do turismo no estado e precisamos unir forças com a iniciativa privada e poder público para avançar nas questões que envolvem todo o setor”, informa ele.

A última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS/IBGE) revela que as atividades turísticas ainda precisam crescer 32,7% para recuperar o que foi perdido durante o auge da pandemia. “Acreditamos que a reabertura de pontos turísticos contribuirá para a melhoria desses índices no estado. Nossa atuação é continuar trabalhando pelo desenvolvimento desse setor, que além de gerar emprego e renda a milhares de famílias, proporciona qualidade de vida à população”.

Foto-Rafael-D.-Marques-Secom-MT

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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