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Governo federal entrega 2,2 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida

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O governo federal entregou nesta terça-feira (24) 2.215 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida. Em nota, o Palácio do Planalto informou que as unidades vão beneficiar mais de 8,8 mil famílias nos estados do Pará, da Bahia e de Alagoas.

“Não tem sonho mais extraordinário pra um homem e pra uma mulher do que uma casinha pra cuidar dos seus filhos. Não tem nada mais sagrado do que saber que é seu”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Na cidade paraense de Santarém, 1.408 famílias serão beneficiadas e o valor do investimento totaliza R$ 116,3 milhões, do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), mecanismo do governo federal gerido pela Caixa Econômica Federal.

No município de Dias D’Ávila (BA), o investimento será de R$ 21,83 milhões via FAR, sob responsabilidade da Caixa e execução da Vertical Engenharia Ltda. A estimativa é que o empreendimento beneficie diretamente cerca de 592 pessoas na região.

Já em Rio Largo (AL), o investimento total acumulado será de R$ 64,5 milhões também via FAR. O empreendimento consiste em 609 casas em loteamento, cada uma com 40,54 metros quadrados (m²), destinadas a beneficiar 2.436 pessoas.

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Modalidade rural

O município alagoano de São Brás recebeu investimento total de R$ 3,75 milhões provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) para a construção de 50 unidades habitacionais.

O projeto, executado sob a modalidade rural e gerido pela Associação dos Produtores de Leite de São Brás e Região (Asplesb), prevê moradias situadas às margens do Rio São Francisco e próxima a uma lagoa, visando facilitar a atividade produtiva local.

Ao todo, 42 famílias receberam unidades sem custo, enquanto oito famílias contribuíram com uma taxa simbólica de R$ 750, equivalente a 1% do valor do imóvel. Ainda segundo a Presidência, as mulheres representam entre 90% e 92% dos beneficiários.

 



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Dólar cai para R$ 5,01 com exterior e expectativa eleitoral no Brasil

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O dólar aproximou-se de R$ 5, e a bolsa superou os 208 mil pontos nesta terça-feira (20). O desempenho positivo dos ativos brasileiros foi impulsionado pela desvalorização da moeda norte-americana no exterior, pelo fluxo de investimentos estrangeiros e pelo cenário eleitoral.

No mercado internacional, a queda do petróleo também contribuiu para o apetite por risco.

Números do dia

  • Dólar comercial: R$ 5,019 (-0,58%);
  • Dólar em outubro: queda de 3,02%;
  • Dólar em 2026: recuo acumulado de 8,56%;
  • Ibovespa: 208.295,98 pontos (+1,57%);
  • Petróleo Brent: US$ 108,79 por barril (-0,69%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,019, com queda de 0,58%. Esse foi o terceiro pregão consecutivo de baixa frente ao real. Durante a sessão, a moeda chegou a se aproximar de R$ 5,00, acompanhando o movimento de desvalorização no mercado internacional.

O índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes, recuava cerca de 0,26% no fim da tarde. A queda refletiu, entre outros fatores, dados mais fracos do setor imobiliário dos Estados Unidos e expectativas sobre a trajetória dos juros estadunidenses.

A redução dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, conhecidos como Treasuries, também contribuiu para o movimento. Quando esses rendimentos caem, investimentos em outros mercados podem se tornar relativamente mais atraentes, favorecendo a entrada de recursos em países emergentes, como o Brasil.

No mercado doméstico, a perspectiva de entrada de capital estrangeiro na Bolsa ajudou a sustentar o real. A movimentação ocorre em meio à expectativa dos investidores sobre os desdobramentos da disputa presidencial, que também influencia a percepção de risco dos ativos brasileiros.

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão aos 208.295,98 pontos, com valorização de 1,57%. Durante a tarde, o principal índice da B3 chegou à máxima de 208.941,57 pontos, avanço de 1,88% em relação ao fechamento anterior.

O resultado levou o índice ao maior nível desde 9 de outubro. O desempenho foi favorecido pelo ingresso de recursos estrangeiros e pelo avanço de ações de empresas sensíveis às expectativas de juros e à atividade econômica.

A expectativa de condições financeiras mais favoráveis pode beneficiar empresas que dependem de crédito e consumo. Juros menores, por exemplo, tendem a reduzir o custo de financiamento e podem estimular a atividade econômica, embora os efeitos variem conforme a situação de cada companhia.

Petróleo recua

No mercado internacional, o petróleo Brent, referência para as negociações globais, fechou em queda de 0,69%, a US$ 108,79 por barril.

A baixa ocorreu em meio a notícias sobre possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo relacionado ao conflito no Oriente Médio. A perspectiva de redução das tensões geopolíticas diminuiu parte da pressão sobre os preços do petróleo.

Como o produto afeta os custos de energia e transporte, a queda influencia as expectativas de inflação mundial. Uma redução sustentada dos preços pode aliviar pressões inflacionárias e influenciar as decisões de política monetária das principais economias.

 

* com informações da Reuters




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