Agronegócio
APROSOJA-MT realiza “Live Adubação Zero” nesta quinta-feira (04)
A “Live Adubação Zero” irá abordar o cenário mundial de estoque de fertilizantes para Safra 2022/2023
Economia
Nesta quinta-feira (04), a partir das 18h, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), realizará a Live Adubação Zero, com o objetivo explicativo do uso racional de fertilizantes no solo para reduzir os custos na lavoura.
Participaram do evento de forma online, o vice-presidente da Aprosoja, MT Lucas Costa Beber, engenheiro agrônomo e consultor técnico da entidade Leandro Zancarano e o superintende do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuaria (IMEA) Cleiton Gauer.
“Estamos passando por um momento de alta nos insumos agrícolas, principalmente nos fertilizantes, e temos a incerteza que se na safra 2022/2023 iremos receber os produtos. Por esse motivo vamos falar na live sobre esse problema e principalmente no uso racional e de técnicas agronômicas baseadas em pesquisas, onde o produtor pode reduzir ou até mesmo zerar o uso de fertilizantes no solo”, adiantou Lucas Costa Beber.
Serão abordadas também a situação do cenário mundial de estoque desses insumos para a safra 2022/2023.
A live será transmitida as 18 horas (Horário de Mato Grosso) pelo canal do YouTube e página do Instagram da Aprosoja Mato Grosso.
Economia
IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.
O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas.
Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul.
Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.
“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.
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