Economia
Brasil criou 188 mil empregos com carteira assinada em julho
Índice representa, ainda, um aumento de 32% no número de vagas de trabalho em relação ao mesmo mês do ano passado
Economia
O Brasil abriu 188.021 vagas de trabalho com carteira assinada em julho. O saldo é resultado de 2.187.633 admissões e 1.999.612 desligamentos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego. O índice representa, ainda, uma variação de 32% em relação ao mesmo mês de 2023, quando o saldo de empregos formais registrou 142.046.
A maioria dos empregos formais criados em julho deste ano são do setor de serviços, com 79 mil vagas, indústria, com 49 mil postos de trabalho gerados no mês, e do comércio, com 33 mil. Na sequência, aparecem construção, com 19 mil, e a agropecuária, com 6 mil vagas.
No acumulado do ano, o país registrou 1.492.214 postos, número ultrapassa os 12 meses de 2023, segundo o ministro Luiz Marinho. No mês, 26 das 27 unidades da federação registraram saldos positivos, com exceção do Espírito Santo.
Salário
O salário médio real de admissão em julho foi de R$ 2.161,37, apresentando aumento de 1,1% em comparação com o mês anterior, um crescimento real de R$ 23,01 no salário médio de admissão.
Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de R$ 46,27 (+2,2%).
Juros
Após a divulgação dos resultados do Caged, Marinho criticou o aumento de juros no país. Segundo ele, com o mercado aquecido, os dados podem chegar atenção do Banco Central para a necessidade de aumentar juros. “Falar em aumento de juros no Brasil seria uma grande irresponsabilidade. Considerando que o controle de inflação não se controla apenas por restrição de crédito e aumento de juros. Até porque o aumento de juros traz um efeito colateral danoso para o orçamento público e inibe investimentos”, disse o ministro.
Fonte: R7 – https://noticias.r7.com/economia/brasil-criou-188-mil-empregos-com-carteira-assinada-em-julho-28082024/
Economia
A menos de um mês do fim do prazo, 59% não enviaram declaração do IR
A menos de um mês do fim do prazo, quase 60% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Até às 17h27 deste sábado (3), a Receita Federal recebeu 18.380.905 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025). 

O número equivale a 41,8% do total de declarações previstas para este ano. Em 2026, o Fisco espera receber 44 milhões de declarações. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.
Segundo a Receita Federal, 70,3% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 16,9% terão que pagar Imposto de Renda e 12,8% não têm imposto a pagar nem a receber.
Entenda as novidades da declaração do Imposto de Renda 2026
A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (73,7%), mas 17,4% dos contribuintes recorrem ao preenchimento online, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 8,9% declaram pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.
Um total de 60% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 55,3% dos envios.
O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina às 23h59min59s de 29 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.
Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.
As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.
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