Economia

25% dos que moram sozinhos estão endividados

Publicado em

Economia

O levantamento revela que os consumidores que moram sozinho não costumam guardar dinheiro

Da Redação

 

Quem mora sozinho tem mais chance de ficar endividado do quem racha as despesas da casa com outra pessoa. Isso é o que mostra pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

De acordo com o levantamento, 79% dos entrevistados disseram que não se planejaram financeiramente para morar sozinhos. A falta de planejamento fez estragos: 25% estão endividados.

Quase metade (45%) dos endividados que moram sozinho acreditam que essa condição aumenta risco de descontrole financeiro. Dentro desse grupo, 47% afirmam que ficaram endividadas porque não tinham ninguém para dividir as contas.

A pesquisa mostrou ainda que os endividados que moram sozinho têm pouco controle das despesas. Essa falta de organização financeira é motivada pela falta de importância que dão ao assunto (33%) e de hábito (27%).

O levantamento revela que os consumidores que moram sozinho não costumam guardar dinheiro: só 33% possuem alguma reserva financeira.

Apesar de não poupar, o público que mora sozinho gosta de fazer compras a prazo: ao menos 40% têm gastos parcelados. Um dado preocupante é que 33% dos que compraram a prazo têm ao menos uma parcela atrasada.

Entre os motivos que levaram esse público a entrar no vermelho estão despesas com bares, restaurantes e baladas (28,4%) e compra de roupas e sapatos (28,4%).

“Quem é o único morador da residência precisa de disciplina extra para manter os compromissos em dia. Afinal, é a própria pessoa quem tem de acertar as contas e lidar com o orçamento no dia a dia”, diz o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

 

 

 

Fonte: Veja

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Economia

Produção de motos tem melhor mês de julho da história, diz Abraciclo

Publicados

em


A indústria brasileira de motocicletas bateu recorde e alcançou o maior volume de produção para um mês de julho de sua história.

Segundo balanço que foi divulgado hoje (11) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), 190.794 motocicletas foram produzidas em julho no Polo Industrial de Manaus, representando aumento de 36% em relação a julho do ano passado e 45,8% ante junho.

Considerando-se o acumulado entre janeiro e julho deste ano, o setor também alcançou o seu melhor resultado desde 2008, com a produção de 1.254.191 motocicletas, aumento de 9,9% sobre o mesmo período do ano passado.

“O desempenho registrado em julho reforça a trajetória positiva do nosso setor ao longo de 2026 e confirma a força da indústria de motocicletas e a capacidade das fabricantes instaladas no Polo Industrial de Manaus de responder à demanda do mercado”, disse, em nota, Marcos Bento, presidente da Abraciclo.

Varejo e exportações

Além da produção, o mercado de motocicletas também registrou o melhor desempenho do varejo para um mês de julho na história e para o acumulado dos sete primeiros meses do ano. Em julho, foram licenciadas 199.236 motocicletas, volume 3,1% superior ao registrado no mesmo mês de 2025 e 2,6% maior que o de junho. Já no acumulado de janeiro a julho, os licenciamentos somaram 1.373.580 de motocicletas, alta de 12,3% em relação ao mesmo período de 2025.

Quanto às exportações, o crescimento foi 22,8% em relação a julho do ano passado, com um total de 3.289 unidades exportadas.

Bicicletas

O mês de julho também foi bom para o setor de bicicletas. Segundo a Abraciclo, as empresas de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus alcançaram, em julho, o melhor desempenho de produção de 2026, com 37.413 unidades fabricadas no mês, volume 16,6% superior ao registrado em julho de 2025 e 22,8% maior na comparação com junho.

Já no acumulado de janeiro a julho foram produzidas 200.571 bicicletas, volume 5,7% menor em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração, disse a Abraciclo, o “volume está dentro do planejamento da indústria para atender à demanda do mercado”.

 



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA