OFERTAS EM TODO O ESTADO
Sine Estadual divulga mais de 2,5 mil vagas de emprego
Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência
Cidades
Zelador, auxiliar administrativo e fotógrafo são algumas das oportunidades de emprego divulgadas nesta semana pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). Na Capital e no interior, ao todo, estão disponíveis 2.528 vagas de emprego.
Os interessados devem procurar a unidade mais próxima, dentre os 31 postos do Sine instalados em 28 municípios de Mato Grosso, com os documentos pessoais e comprovante de residência.
No município de Sinop (a 477 km de Cuiabá) estão disponíveis 408 oportunidades, como: oficial de serviços gerais na manutenção de edificações, soldador, vendedor de consórcio, professor de inglês, consultor de vendar, almoxarife, atendente de telemarketing, auxiliar de linha de produção e eletricista. Para carpinteiro e servente de obras são 56 e 55 vagas, respectivamente.
Em Sorriso (a 416 km de Cuiabá) são 220 vagas de emprego nas áreas de copeiro, monitor infantil, recepcionista de hotel, instalador de sistemas eletroeletrônicos de segurança, conferente de logística, maquiador e jardineiro. Somente para auxiliar de laboratório de análises físico-químicas são 30 oportunidades.
Outro município em destaque é Primavera do Leste (a 235 km da Cuiabá) com 170 vagas disponibilizadas, dentre elas: lavador de veículos, garçom, conferente de carga e descarga, auxiliar técnico de montagem, atendente de farmácia, desenhista industrial gráfico (designer gráfico) e motorista de ônibus urbano.
Já em Pontes e Lacerda (a 443 km de Cuiabá) são 126 oportunidades nas áreas de acabador de mármore e granito, instalador de painéis, empregado doméstico nos serviços gerais, office-boy, tosador, porteiro, auxiliar administrativo e zelador.
Para o público em geral que mora em Cuiabá e Várzea Grande as 305 vagas disponibilizadas são para: operador de betoneira, gerente operacional, copeiro de restaurante, ajudante de obras, encanador, gesseiro, fotógrafo, leiturista (profissional que faz a leitura do consumo de energia e água), padeiro, técnico em eletromecânica e técnico em segurança do trabalho.
Já para auxiliar de estoque estão disponíveis 37 oportunidades. Para as pessoas com deficiência (PCD) estão distribuídas 30 vagas entre auxiliar de logística, atendente de lojas, estoquista, ajudante de carga e descarga de mercadoria, lavador de ônibus, manobrador, entre outros.
Os municípios como Rondonópolis, Sapezal, Lucas do Rio Verde, Aripuanã e Campo Verde somam 675 oportunidades nesta semana.
De acordo com a coordenadora do Sine MT, Simone Koehler, os atendentes do Sine estão preparamos para orientar os trabalhadores durante o atendimento no processo de colocação ou recolocação no mercado de trabalho. “A finalidade do órgão promover essa intermediação de trabalhadores com empregadores, por isso, é de extrema importância manter os dados atualizados junto ao SINE”, conclui.
Atendimento
Além do trabalho de intermediação de mão-de-obra, o Sine realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, orientação para emissão de carteira de trabalho e previdência social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são ofertadas diariamente.
Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento, portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento. Procure os postos mais próximos de sua residência.
Cidades
Trocado na véspera, Maluf rompe silêncio e diz que Wellington “descartou” compromisso firmado
O empresário Marcelo Maluf (Novo) decidiu se manifestar nesta sexta-feira (7) após ser retirado da chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Em nota enviada à imprensa, ele criticou duramente a condução da mudança e afirmou que sua indicação para a vice havia sido formalizada após uma construção política que envolveu os partidos aliados.
Maluf afirmou que foi comunicado pelo próprio Wellington de que outro nome seria escolhido para a vaga. A decisão foi tomada na noite de quinta-feira (6), quando o PL definiu o médico Alencar Farina como novo candidato a vice-governador.
Para o empresário, a alteração não representa apenas uma mudança na composição eleitoral, mas uma quebra de compromisso.
“Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.”
Segundo Maluf, sua participação na chapa não nasceu de uma negociação informal. Ele afirmou que aceitou o convite depois de uma decisão política que, inclusive, foi levada à convenção partidária.
“Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.”
A partir da definição, afirmou o empresário, pessoas foram mobilizadas e uma estrutura de campanha começou a ser organizada.
“Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.”
A manifestação ocorre apenas dois dias depois de Maluf confirmar publicamente sua indicação para a vice. Durante a convenção do Novo, na quarta-feira (5), ele chegou a descartar a possibilidade de uma nova mudança.
“Martelo batido, prego batido e ponta virada”, disse na ocasião.
Na mesma oportunidade, Maluf confirmou a aliança entre Novo, PL e MDB e afirmou que as siglas haviam chegado a um consenso para caminhar juntas nas eleições.
A escolha de Farina representa uma mudança de última hora na chapa de Wellington, depois de semanas de negociações envolvendo a vaga de vice. Antes de ser indicado, Maluf havia desistido de uma pré-candidatura própria ao Governo pelo Novo para contribuir com a composição liderada pelo senador.
Na nota desta sexta-feira, Maluf ampliou as críticas e afirmou que quem pretende comandar o Estado precisa demonstrar capacidade de cumprir compromissos políticos.
“Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado.”
O empresário também afirmou que não pretende naturalizar o episódio como parte da disputa eleitoral.
“Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.”
Ao concluir, Maluf disse que deixa a situação com a consciência tranquila e atribuiu a responsabilidade pela decisão aos responsáveis pela mudança.
“Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.”
Nota na íntegra:
Política se faz com responsabilidade, compromisso, seriedade e, sobretudo, palavra. Infelizmente, o senador Wellington Fagundes e o Partido Liberal de Mato Grosso demonstraram enorme dificuldade em compreender o significado desses princípios – o que só contribui para apodrecer a boa política.
Aceitei o convite para integrar, como candidato a vice-governador, a chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes. A decisão não foi fruto de uma conversa informal ou de uma possibilidade lançada ao acaso. Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.
A partir dessa decisão, compromissos foram assumidos, pessoas foram mobilizadas, estratégias foram definidas e todo um projeto de campanha começou a ser estruturado. Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.
Hoje fui comunicado pelo senador Wellington Fagundes de que outro nome será indicado para ocupar a vaga de vice.
Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.
Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado. Não é possível pedir confiança a mais de três milhões de mato-grossenses quando não se consegue honrar compromissos assumidos dentro da própria casa.
O que ocorreu comigo representa uma falta de respeito não apenas pessoal, mas política. Um projeto foi prejudicado, pessoas que acreditaram nele foram desconsideradas e compromissos formalmente construídos foram simplesmente descartados.
Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.
Mato Grosso merece uma política feita com seriedade, previsibilidade e respeito. Quem muda compromissos conforme as conveniências do momento precisa explicar à sociedade por que sua palavra de hoje deverá merecer confiança amanhã.
Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.
Marcelo Maluf
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