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Mercado do Porto recebe nova rodada da feira de adoção da Bem-Estar; veja fotos

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Prefeitura de Cuiabá, através da Bem-Estar Animal, realiza uma nova feira de adoção neste domingo (23), no Mercado do Porto, das 8h às 12h. Serão 9 animais, sendo 6 cães filhotes, 2 gatos jovens e um adulto.

Haverá também material pedagógico para crianças desenvolver pinturas educativas relativas à causa animal.

“O público irá encontrar animais lindos que estão à espera de amor, carinho, dedicação e um novo lar aconchegante. Estão vacinados nas doses corretas para idade, e devidamente vermifugados. Desejamos que todos eles continuem sua jornada sendo membro de uma nova família”, destacou a veterinária Nívea Rocha Turbino, da Bem-Estar Animal.

Interessados podem ter a confiança que estarão levando um animal em boas condições de saúde para casa. Segundo Nívea, há todo um cuidado e responsabilidade por parte das médicas veterinárias ao disponibilizar os pets para adoção. “Só animais que estão em perfeito estado sanitário vão para adoção. No caso de filhotes, o tutor tem autorização para castração quando atingir a idade para o procedimento”, afirmou a profissional.

Dúvidas poderão ser esclarecidas com as profissionais durante o evento, além de material impresso com informações que serão disponibilizados. Estarão presentes as profissionais veterinárias, Nívea Clarice M. Rocha Turbino, Anna Selmy Dos Santos Silva, Letícia Padilha e Andréa Janaina de Mello, que também é a diretora da Bem-Estar Animal. E ainda, Elizabete Laura Soares de Oliveira, gerente da BEA e o coordenador de educação e combate aos maus tratos, Saul Molfatto.

Além de ser maior de 18 anos, alguns critérios básicos devem ser considerados na hora de escolher a companhia de um pet. Comprovante de endereço e documentação pessoal estão entre eles.

Critérios para adotar:

– Ter mais de 18 anos.

– Apresentar comprovante de residência recente (últimos 3 meses).

– Apresentar documento pessoal válido com foto (RG e CPF).

Adoção de gato

– Trazer caixa de transporte.

– Residência adaptada com telas nas janelas e varandas (apartamentos e sobrados) e outros meios que impeçam o acesso do animal à rua, no caso de casas.

Adoção de cachorro

– Trazer coleira e guia.

– Residência murada e com portão, que impeça que o animal tenha acesso livre a rua.

#PraCegoVer

A imagem mostra um cercado em grande com quatro cães sem raças definidas que estão disponíveis para adoção na Bem-Estar Animal. No espaço tem uma almofada na cor azul disposta no centro do espaço e brinquedo de pelúcia para os animais. Eles demonstram estar alegres.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro

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O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo de Mato Grosso, rebateu a tese de que a Operação Heritage teria sido deflagrada por razões eleitorais e afirmou que as suspeitas envolvendo o acordo de R$ 308 milhões entre o Estado e a operadora Oi já eram discutidas antes do atual período eleitoral. Durante discurso no plenário do Senado, nesta quarta-feira (12), Wellington afirmou que as denúncias já haviam sido levadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado e que sua atuação no colegiado foi justamente no sentido de cobrar o encaminhamento das suspeitas aos órgãos de controle.

“E não venham dizer que isso é denúncia apenas eleitoreira, porque isso foi feito lá atrás, e nós nunca acusamos. Nós só pedimos as investigações”, afirmou.

Segundo o senador, o calendário eleitoral não pode ser utilizado como argumento para impedir ou retardar investigações de possíveis irregularidades.

“Como se alguém que roubasse durante a campanha não pudesse ser investigado. Isso é um absurdo”, declarou.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de agosto, após autorização do Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas relacionadas ao acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação apura a possível movimentação irregular dos recursos por meio de fundos e empresas e analisa possíveis crimes como peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Wellington também aproveitou o discurso para direcionar críticas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), seu adversário na corrida pelo Palácio Paiaguás. O senador questionou a tentativa, segundo ele, de Pivetta se desvincular das decisões e resultados da gestão de Mauro Mendes, da qual foi vice-governador por mais de sete anos.

“O atual Governador, que foi por sete anos e pouco Vice-Governador, disse que não sabia, não acompanhou, sendo que, uma semana atrás, ele dizia que tudo o que aconteceu no Governo durante esses sete anos e pouco foi mérito dele também. Agora começam as denúncias e já quer se esquivar”, afirmou.

A declaração ocorre em meio ao impacto político provocado pela Heritage dentro do grupo que apoia a candidatura de Pivetta. Fábio Garcia deixou a disputa pela vice-governadoria após ser atingido pelas medidas determinadas na investigação e Gisela Simona foi anunciada para ocupar a vaga.

O senador afirmou que já havia tratado das relações envolvendo o Banco Master, empresas e pessoas ligadas ao acordo com a Oi durante a CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a cobrança era para que eventuais suspeitas fossem formalmente investigadas.

“Fiz questão de alertar naquele momento que Mato Grosso precisa de resposta, que não poderia terminar apenas em discussão política, muito menos sem uma conclusão. Por isso, como líder do bloco Vanguarda, lá na CPI eu cobrava que a comissão enviasse aos órgãos de controle”, afirmou.

O senador também citou o depoimento do ex-governador Pedro Taques (PSB) à CPI, realizado em março, e disse ter alertado o ex-governador para que a comissão não fosse utilizada como palanque eleitoral.

“Disse a ele que esperava que ali não fosse transformado num palanque”, assinalou.

Wellington também defendeu que as investigações avancem para esclarecer eventuais prejuízos aos servidores públicos. No Mato Grosso, contratos relacionados a empréstimos consignados do Banco Master também são alvo de apuração.

“Teve servidores públicos que ficaram endividados e suicidaram. Não tem maldade maior que se possa fazer”, declarou.

Ao comentar a atuação da Polícia Federal, o senador afirmou que o trabalho realizado até agora é robusto, mas ressaltou que a responsabilidade final caberá à Justiça.

“Isso tudo está comprovado pela Polícia Federal e, claro, vai ter o julgamento final”, afirmou.

Wellington ainda rejeitou acusações de que adversários políticos teriam atuado para provocar a operação.

“Não dá pra querer dizer que tudo isso foi feito por influência política”, disse.

A Operação Heritage segue em andamento. Os investigados ainda terão direito à defesa e não há, até o momento, condenação judicial em relação aos crimes apurados.



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