programa "Qualifica Mais"

Empresa de alimentos em parceria com Assistencial Social abrem vagas de emprego em VG

Os interessados devem procurar o Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, do bairro São Mateus, munidos de documentos pessoais e currículo

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Foto: Secom-VG

Nesta quinta-feira (18), uma empresa de alimentos, localizada em Várzea Grande, em parceria com a Secretaria de Assistência, abriu uma seletiva para contratação imediata de até 100 trabalhadores para a sua indústria de produtos congelados. As vagas vão de padeiro, auxiliar de padeiro, confeiteiro, auxiliar de produção, estoquista, operador de empilhadeira, cozinheiro, conferente à auxiliar de serviços gerais. Os interessados devem procurar o Centro de Referência em Assistência Social – CRAS, do bairro São Mateus, munidos de documentos pessoais e currículo.

“Essa é uma oportunidade para aqueles que estão em busca de um trabalho. É necessário que todos estejam com a documentação em dia e legível para que possa facilitar a inscrição no momento da seleção. Em algumas situações, é importante que o interessado tenha experiência no setor, porque esse é um dos requisitos que facilita na hora da avaliação do currículo”, orientou a secretária de Assistência Social, Ana Cristina Vieira.

Como explica a titular da pasta, o impacto provocado pela pandemia da Covid-19 no mercado de trabalho, ainda têm contribuído para a alta no desemprego, porém ações de incentivo a contratações de pessoas – a exemplo do programa ‘Qualifica Mais’ – têm oferecido vagas para profissionais de diversos segmentos, que estão tendo a oportunidade de ter o salário todos os meses, além de outros benefícios.

A secretária disse ainda que a gestão do prefeito Kalil Baracat tem investido em políticas públicas voltadas a capacitação profissional e a geração de emprego e distribuição de renda, o que tem ampliado as oportunidades geradas pelas empresas de vários setores.

O coordenador do Núcleo de Qualificação da Secretaria de Assistência Social, Jovanil Flores da Silva, ressalta que várias empresas têm procurado a secretaria de Assistência Social para firmar parceria, oferecendo as vagas existentes em suas empresas, haja visto que a nossa equipe está preparada para fazer o atendimento nos pontos de seleção.

 “Temos espaço físico que comporta um número grande de pessoas e toda a estrutura necessária para a seleção dos profissionais. Nossa equipe está desempenhando um bom trabalho e essa dinâmica realizada nos CRAS tem sido fundamental para o sucesso alcançado pelo programa Qualifica Mais”, destacou.

O coordenador informou ainda que os selecionados para as vagas de empregos terão os seguintes benefícios: Café da manhã, plano de saúde, plano odontológico, cesta básica, refeição, convênio com o Serviço Social do Comércio -Sesc, ônibus da empresa para transporte dos colaboradores.  

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Trocado na véspera, Maluf rompe silêncio e diz que Wellington “descartou” compromisso firmado

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O empresário Marcelo Maluf (Novo) decidiu se manifestar nesta sexta-feira (7) após ser retirado da chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Em nota enviada à imprensa, ele criticou duramente a condução da mudança e afirmou que sua indicação para a vice havia sido formalizada após uma construção política que envolveu os partidos aliados.

Maluf afirmou que foi comunicado pelo próprio Wellington de que outro nome seria escolhido para a vaga. A decisão foi tomada na noite de quinta-feira (6), quando o PL definiu o médico Alencar Farina como novo candidato a vice-governador.

Para o empresário, a alteração não representa apenas uma mudança na composição eleitoral, mas uma quebra de compromisso.

“Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.”

Segundo Maluf, sua participação na chapa não nasceu de uma negociação informal. Ele afirmou que aceitou o convite depois de uma decisão política que, inclusive, foi levada à convenção partidária.

“Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.”

A partir da definição, afirmou o empresário, pessoas foram mobilizadas e uma estrutura de campanha começou a ser organizada.

“Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.”

A manifestação ocorre apenas dois dias depois de Maluf confirmar publicamente sua indicação para a vice. Durante a convenção do Novo, na quarta-feira (5), ele chegou a descartar a possibilidade de uma nova mudança.

“Martelo batido, prego batido e ponta virada”, disse na ocasião.

Na mesma oportunidade, Maluf confirmou a aliança entre Novo, PL e MDB e afirmou que as siglas haviam chegado a um consenso para caminhar juntas nas eleições.

A escolha de Farina representa uma mudança de última hora na chapa de Wellington, depois de semanas de negociações envolvendo a vaga de vice. Antes de ser indicado, Maluf havia desistido de uma pré-candidatura própria ao Governo pelo Novo para contribuir com a composição liderada pelo senador.

Na nota desta sexta-feira, Maluf ampliou as críticas e afirmou que quem pretende comandar o Estado precisa demonstrar capacidade de cumprir compromissos políticos.

“Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado.”

O empresário também afirmou que não pretende naturalizar o episódio como parte da disputa eleitoral.

“Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.”

Ao concluir, Maluf disse que deixa a situação com a consciência tranquila e atribuiu a responsabilidade pela decisão aos responsáveis pela mudança.

“Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.”

Nota na íntegra:

Política se faz com responsabilidade, compromisso, seriedade e, sobretudo, palavra. Infelizmente, o senador Wellington Fagundes e o Partido Liberal de Mato Grosso demonstraram enorme dificuldade em compreender o significado desses princípios – o que só contribui para apodrecer a boa política.

Aceitei o convite para integrar, como candidato a vice-governador, a chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes. A decisão não foi fruto de uma conversa informal ou de uma possibilidade lançada ao acaso. Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.

A partir dessa decisão, compromissos foram assumidos, pessoas foram mobilizadas, estratégias foram definidas e todo um projeto de campanha começou a ser estruturado. Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.

Hoje fui comunicado pelo senador Wellington Fagundes de que outro nome será indicado para ocupar a vaga de vice.

Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.

Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado. Não é possível pedir confiança a mais de três milhões de mato-grossenses quando não se consegue honrar compromissos assumidos dentro da própria casa.

O que ocorreu comigo representa uma falta de respeito não apenas pessoal, mas política. Um projeto foi prejudicado, pessoas que acreditaram nele foram desconsideradas e compromissos formalmente construídos foram simplesmente descartados.

Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.

Mato Grosso merece uma política feita com seriedade, previsibilidade e respeito. Quem muda compromissos conforme as conveniências do momento precisa explicar à sociedade por que sua palavra de hoje deverá merecer confiança amanhã.

Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.

Marcelo Maluf



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