MERCADO DE TRABALHO

Cuiabá: Sine Municipal oferece 127 vagas de emprego

O atendimento está sendo realizado por meio de plataforma online, canais de acessos por telefone e por ordem de chegada para recepção presencial

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Cidades

Gustavo Duarte - Secom Cuiabá

O Sine Municipal oferece 127 vagas de emprego nesta semana. Dentre elas, 20 para ajudante de carga e descarga de mercadorias e 10 para ajudante de obras. O atendimento é realizado por meio de plataforma online, canais de acessos por telefone e por ordem de chegada na recepção presencial, em razão do reforço das medidas de biossegurança no município para controlar a propagação da COVID-19.

Serralheiro, Técnico de manutenção de máquinas, vendedor interno, pintor de estruturas metálicas, professor de contabilidade, repositor de mercadorias, pedreiro, motofretista, operador de empilhadeira, estoquista, barman, corretor de imóveis, empacotador a mão, conferente de carga e descarga são algumas das vagas disponíveis na plataforma de empregos do Sine Municipal. Confira AQUI a tabela de vagas.

Neste momento de pandemia, a orientação é que, caso seja possível, o público opte pelo atendimento online ou por telefone. O objetivo é conectar o serviço público ao cidadão, solucionando dúvidas e oferecendo orientações para evitar que as pessoas deixem suas residências neste momento em que a Prefeitura de Cuiabá adota uma série de medidas que reforçam a importância do isolamento social.

Para quem deseja se candidatar a alguma das vagas disponíveis, basta baixar em seu celular o aplicativo “Sine Fácil” ou acessar a página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br), ou se dirigir a uma das duas unidades do Sine no Coxipó ou no Shopping Popular. Quem necessita solicitar o seguro desemprego, o acesso é pela página virtual www.gov.br/trabalho ou pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital”.

Além dos canais virtuais, quem necessitar de informações sobre seguro desemprego, e quadro de vagas, tirar suas dúvidas sobre intermediação de mão de obra ou carteira de trabalho e previdência social pode entrar em contato pelos telefones (65) 99255–2450 (WhatsApp) ou pelos números fixos, (65) 3645–7250 ou 3645–7251.

Os empregadores que desejarem anunciar suas vagas no Sine podem entrar em contato pelos telefones (65) 3645–7216 / 7237, pelo whats (65) 99255–2450 ou pelo email sine.pmc@cuiaba.mt.gov.br.

Horários e canais de atendimento Sine Municipal de Cuiabá

O Sine Municipal está realizando atendimento presencial por ordem de chegada. Atendimentos na unidade do Shopping Popular são das 9h às 17h, sem pausa para almoço. Já na unidade Coxipó, o funcionamento é das 8h às 17h, também sem pausa para almoço.

Atendimento ao trabalhador

Sine Shopping Popular: (65) 3664-1503 / 99251-7480

Sine Coxipó: (65) 3675-3113 / 99337-2799

Atendimento ao empregador

(65) 3645-7216 / (65) 3645-7237

Whatsapp (65) 99255-2450

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Cidades

Trocado na véspera, Maluf rompe silêncio e diz que Wellington “descartou” compromisso firmado

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O empresário Marcelo Maluf (Novo) decidiu se manifestar nesta sexta-feira (7) após ser retirado da chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Em nota enviada à imprensa, ele criticou duramente a condução da mudança e afirmou que sua indicação para a vice havia sido formalizada após uma construção política que envolveu os partidos aliados.

Maluf afirmou que foi comunicado pelo próprio Wellington de que outro nome seria escolhido para a vaga. A decisão foi tomada na noite de quinta-feira (6), quando o PL definiu o médico Alencar Farina como novo candidato a vice-governador.

Para o empresário, a alteração não representa apenas uma mudança na composição eleitoral, mas uma quebra de compromisso.

“Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.”

Segundo Maluf, sua participação na chapa não nasceu de uma negociação informal. Ele afirmou que aceitou o convite depois de uma decisão política que, inclusive, foi levada à convenção partidária.

“Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.”

A partir da definição, afirmou o empresário, pessoas foram mobilizadas e uma estrutura de campanha começou a ser organizada.

“Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.”

A manifestação ocorre apenas dois dias depois de Maluf confirmar publicamente sua indicação para a vice. Durante a convenção do Novo, na quarta-feira (5), ele chegou a descartar a possibilidade de uma nova mudança.

“Martelo batido, prego batido e ponta virada”, disse na ocasião.

Na mesma oportunidade, Maluf confirmou a aliança entre Novo, PL e MDB e afirmou que as siglas haviam chegado a um consenso para caminhar juntas nas eleições.

A escolha de Farina representa uma mudança de última hora na chapa de Wellington, depois de semanas de negociações envolvendo a vaga de vice. Antes de ser indicado, Maluf havia desistido de uma pré-candidatura própria ao Governo pelo Novo para contribuir com a composição liderada pelo senador.

Na nota desta sexta-feira, Maluf ampliou as críticas e afirmou que quem pretende comandar o Estado precisa demonstrar capacidade de cumprir compromissos políticos.

“Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado.”

O empresário também afirmou que não pretende naturalizar o episódio como parte da disputa eleitoral.

“Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.”

Ao concluir, Maluf disse que deixa a situação com a consciência tranquila e atribuiu a responsabilidade pela decisão aos responsáveis pela mudança.

“Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.”

Nota na íntegra:

Política se faz com responsabilidade, compromisso, seriedade e, sobretudo, palavra. Infelizmente, o senador Wellington Fagundes e o Partido Liberal de Mato Grosso demonstraram enorme dificuldade em compreender o significado desses princípios – o que só contribui para apodrecer a boa política.

Aceitei o convite para integrar, como candidato a vice-governador, a chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes. A decisão não foi fruto de uma conversa informal ou de uma possibilidade lançada ao acaso. Foi uma escolha política apresentada, construída e formalizada dentro do processo partidário, inclusive com a realização da convenção.

A partir dessa decisão, compromissos foram assumidos, pessoas foram mobilizadas, estratégias foram definidas e todo um projeto de campanha começou a ser estruturado. Fiz isso de boa-fé, acreditando na palavra empenhada e na seriedade de uma decisão tomada por quem pretende governar Mato Grosso.

Hoje fui comunicado pelo senador Wellington Fagundes de que outro nome será indicado para ocupar a vaga de vice.

Não se trata apenas de uma mudança de candidatura. Trata-se da forma como a política é conduzida.

Quem pretende governar um Estado precisa, antes de tudo, demonstrar que sua palavra tem valor. Precisa respeitar compromissos, aliados e pessoas que aceitaram caminhar ao seu lado. Não é possível pedir confiança a mais de três milhões de mato-grossenses quando não se consegue honrar compromissos assumidos dentro da própria casa.

O que ocorreu comigo representa uma falta de respeito não apenas pessoal, mas política. Um projeto foi prejudicado, pessoas que acreditaram nele foram desconsideradas e compromissos formalmente construídos foram simplesmente descartados.

Não faço política dessa maneira e não aceitarei naturalizar esse tipo de comportamento.

Mato Grosso merece uma política feita com seriedade, previsibilidade e respeito. Quem muda compromissos conforme as conveniências do momento precisa explicar à sociedade por que sua palavra de hoje deverá merecer confiança amanhã.

Saio deste episódio com a consciência tranquila. Cumpri rigorosamente aquilo que assumi. Outros terão de responder pelas escolhas que fizeram e pela maneira como decidiram fazê-las.

Marcelo Maluf



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