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Max Russi quer rapidez na liberação de crédito às micro e pequenas empresas

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Da Redação.

O presidente da Assembleia, deputado Max Russi (PSB), pediu urgência do governo do Estado, quanto a regularização dos serviços da plataforma digital da Agência de Fomento de Mato Grosso (Desenvolve MT), por onde são feitos os cadastros às linhas de crédito, além da necessidade de que tais análises sejam realizadas com a maior com a maior agilidade possível.

“É importante que esse problema seja resolvido o quanto antes, para não prejudicar quem precisa desse suporte financeiro. Estamos falando de centenas de cidadãos que, empregam, geram receita para o estado, que dão duro para garantir o seu sustento, além de empregar pessoas”, enfatizou Max Russi.

No documento encaminhado ao Executivo, o parlamentar alegou que pouco após o início das atividades, o sistema do Desenvolve MT caiu por falta de estrutura em sua plataforma digital e que, muitos pequenos empresários tentavam acessar o site ao mesmo tempo, o que, segundo Max Russi, mostra a necessidade de quem precisa com urgência da liberação do crédito.

Vale lembrar que, a Assembleia é parceira do governo e abriu mão de R$ 10 milhões, oriundos do duodécimo para ajudar o setor. Além desse aporte, o Estado injetou outros R$ 45 milhões. Esse suporte emergencial visa atender às micros e pequenas empresas, com intuito de minimizar os impactos financeiros causados pela pandemia do coronavírus.

Desenvolve Emergencial – Os interessados terão o prazo de até 42 meses para quitar o empréstimo, com seis meses de carência. Outra opção, voltada às microempresas, é o empréstimo no valor de até R$ 10 mil com carência de dois anos para quitação. Para essa finalidade, o governo do Estado disponibilizará R$ 15 milhões. E a terceira possibilidade, é para empréstimos de até R$ 700 mil a micro e pequenas empresas.

 

Foto: Fablício Rodrigues

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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