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Presidiários infectados com covid-19 fogem de cadeia em Mato Grosso

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Da Redação

Oito presos fugiram da Cadeia Pública de São Felix da cidade de Araguaia, no começo da tarde do ultimo domingo (21). Eles foram flagrados por um morador da região, que viu o grupo pulando o muro das casas e correndo para dentro de um matagal. Todos os fugitivos estavam em isolamento, já que testaram positivo para a covid-19.

Polícia foi acionada e junto com os policiais penais, começaram as buscas dentro da mata por quase 5 horas. Com a equipe dividida, dois militares chegaram a encontrar 5 dos fugitivos, que estavam com facão em mãos.

Como eles não sabiam quais objetos os presos portavam, chegaram a ordenar que se entregassem, dispararam tiros para o alto, mas sem sucesso. Os presos conseguiram fugir mata a dentro. Os militares informaram que não sabia quais armas o grupo estava portando, e como estavam em um grupo maior, poderiam atentar contra a vida dos dois. Diante do fato, o caso foi registrado e o grupo segue sendo procurado.

Em nota, Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) confirmou a fuga e identificou os presos, são eles: Kaled Barboza Abreu, Gustavo Araujo Martins, Wanderson Nobre de Sá, Wanderson Lima Pereira, Marcelo Alves Souza dos Santos, Nilson Luz de Oliveira, Edinei Lima da Silva e Rafael Almeida de Souza.

“O estado de saúde dos recuperando é considerado bom, com sintomas leves e todos já estavam em tratamento. A ampliação do banho de sol, inclusive, foi uma das medidas adotadas pela direção da unidade para evitar a proliferação do vírus. Além disso, foi reforçada a importância do uso de máscaras junto aos reeducandos e a limpeza da unidade foi intensificada”, explicou a pasta.

até a manhã desta segunda-feira (22), nenhum dos fugitivos foi localizado.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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