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Sicoob Integração marca eleição para abril a chapa propõe renovação

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Da Redação.

Com mais de 20 mil associados e uma história de cooperativismo junto aos empresários de diversos setores e o funcionalismo público, o Sicoob Integração homologou no último dia (19.03) as duas únicas chapas, que concorrerão a eleição da nova diretoria.

Sicoob Integração é uma das bandeiras do Sistema Nacional e teve origem por iniciativa de um grupo pequeno de microempresários. Hoje, abrange sete municípios de Mato Grosso incluindo a Capital, Cuiabá.
De acordo com o candidato a presidente pela chapa “Integração Para Todos”, Aparecido Queiroz, a ideia é exatamente promover a alternância de poder e oxigenar a gestão da cooperativa.

“Queremos ser a voz dos cooperados, que se sintam representados por nós e possamos administrar para todos”, disse.

A eleição da nova diretoria será dia 23 de abril e duas chapas foram apresentadas. As novas funções escolhidas serão de presidente, vice-presidente e 7 conselheiros efetivos. Para participar do processo, o cooperado tem que preencher todos os requisitos exigidos pelo Banco Central.

O Sicoob é o maior sistema financeiro cooperativo do País. É composto por cooperativas financeiras e empresas de apoio, que em conjunto oferecem aos associados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária entre outros serviços.

Por ser uma cooperativa, existe uma relação direta entre a instituição e os clientes. Diferente de um banco convencional, a ideia não é obter lucro a partir dos produtos e serviços oferecidos.

“Quanto mais serviços e produtos os associados utilizam, maior será sua participação nos resultados, mas, nossa proposta é que isso não sirva apenas para a questão financeira, mas, administrativa e de gestão”, destacou o candidato a vice-presidente Amarildo Pereira.

 

Foto: Assessoria de imprensa SICOOB

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Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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