Mato Grosso

Com 1.480 pessoas vacinadas em apenas um dia, Kalil mostra que é possível imunizar a população com eficiência

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Mato Grosso

Da Redação

Com mais 12 mil pessoas vacinas até o último final de semana, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) acompanhou durante o último sábado, 20.03, o Dia D de vacinação contra Covid-19, realizado na Clínica Médica do Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG), quando conseguiram imunizar 1.480 pessoas.

O resultado da ação trouxe satisfação para aqueles que estavam trabalhando, como também, para quem foi imunizado, e os que estão aguardando para serem vacinados.

“Das mais de 12 mil vacinadas já aplicadas, foram destinadas aos profissionais da saúde e pessoas com 75 anos acima”.

Com o saldo positivo do Dia D, Kalil Baracat juntamente com sua equipe da Secretaria de Saúde, já organizaram os próximos eventos, de acordo com a quantidade de vacinas disponíveis.

“Nós seguimos as determinações do Plano Nacional de Imunização – PNI do Ministério da Saúde e como estão autorizando a utilização de todas as vacinas recebidas como primeira dose, sem a necessidade de guardar a segunda dose que será repassada antes do prazo final, acredito que iremos adotar essa nova estratégia e ampliar a nossa vacinação”, disse Kalil Baracat.

O prefeito também informou que devido o avanço das vacinações do Dia D, a expectativa que até a próxima terça-feira, 23.03.21, seja concluída a vacinação das pessoas de 75 anos e acima.

Seguindo a programação estabelecida pela Secretaria Municipal de Saúde, mais dois evento do Dia D estão previstos para acontecer, ainda nesta semana, entre os dias 26 e 27.03.

 “Vamos ainda nesta semana fazer um novo Dia D, provavelmente na sexta-feira, 26 ou sábado, 27, para aplicar novas vacinas para aqueles de 70 anos ou mais. Agora se ficar técnica e cientificamente autorizado que se aplique apenas a primeira dose acho que iremos abaixar para 65 ou até mesmo 60 anos, lembrando que o maior universo dos idosos está justamente entre 60 e 75 anos de idade em Várzea Grande”, explicou o titular da Saúde Municipal, Gonçalo Barros.

Kalil não escondeu a preocupação com o número de casos de contaminação pela Covid-19, e informou que estuda endurecer ainda mais a medidas, seguindo o Decreto do Governo do Estado de Mato Grosso.

“Eles podem nos ajudar a ajudar eles mesmos, não aglomerando, mantendo o distanciamento mesmo para aqueles que precisam trabalhar, usar meios de higienização rigorosos como uso de máscara, álcool em gel e água e sabão para que controlemos a COVID 19 e salvarmos vidas humanas, pois todas importam”, disse o prefeito.

 

Foto: SECOM-VG

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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