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Várzea Grande: Kalil acompanha vacinação e quer seguir proposta do Ministério da Saúde de usar inicialmente a primeira dose

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Da Redação

Aplicar a primeira dose sem a necessidade de reservar a segunda dose pode ampliar os imunizados para 60 anos acima

Várzea Grande quer ampliar a imunização contra a COVID 19 por determinação do prefeito Kalil Baracat que neste final de semana acompanhou os trabalhos de vacinação na Clínica Médica do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG, com que a Administração Municipal formalizou parceria para atendimento à população.

Somente no sábado  foram aplicadas 1.480 doses de vacina, seja através de drive thru ou em atendimento nos consultórios médicos da instituição de ensino.

“Nós seguimos as determinações do Plano Nacional de Imunização – PNI do Ministério da Saúde e como estão autorizando a utilização de todas as vacinas recebidas como primeira dose, sem a necessidade de guardar a segunda dose que será repassada antes do prazo final, acredito que iremos adotar essa nova estratégia e ampliar a nossa vacinação”, disse Kalil Baracat acompanhado pela primeira-dama e promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat.

Ele sinalizou que Várzea Grande até o momento já vacinou mais de 12 mil pessoas, só que, para cada primeira dose aplicada, a segunda dose correspondente de cada vacina foi guardada e devidamente acondicionada, o que tornar a vacinação mais lenta que em outros lugares, mas por outro lado mais segura.

O secretário de Saúde, Gonçalo Barros, frisou que a CoronaVac tem um prazo menos dilatado entre a primeira e a segunda dose, sendo de 14 a 28 dias, já a Oxford/AstraZeneca, o prazo mais elástico chega até 90 dias entre a primeira e a segunda doses.

Kalil Baracat sinalizou que irá levar ao Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID 19) de Várzea Grande a proposta de aplicar todas as vacinas recebidas como primeira dose, resguardada pela decisão do Ministério da Saúde de que não faltará no prazo estipulado a segunda dose necessária, seja da CoronaVac ou da Oxford/AstraZeneca.

“Quem terá a palavra final serão os médicos e os profissionais técnicos da Saúde para decidirmos se iremos acompanhar a decisão do Ministério da Saúde e aplicar todas as doses recebidas aguardando a remessa da segunda ou se manteremos a nossa atuação inicial. Se as doses já recebidas e as que chegam nesta semana foram aplicadas no total como primeira dose, a Secretaria de Saúde de Várzea Grande acredita na possibilidade de reduzirmos os vacinados para menos de 60 anos”, disse Kalil Baracat.

Na próxima terça-feira, 23, a Prefeitura de Várzea Grande espera concluir a vacinação dos idosos de 75 anos para cima, lembrando que em todas as etapas realizadas do Dia D de vacinação contra a COVID sempre foram atendidos os trabalhadores da saúde e os idosos de 75 acima, ou seja, aparecem aqueles que por um ou outro motivos não foram vacinados na data especificada e agora precisam ser imunizados, desde que seguidos os critérios da inscrição no site oficial www.varzeagrande.mt.gov.br na aba IMUNIZAÇÃO VÁRZEA GRANDE – CADASTRO PARA VACINA COVID 19.

“Vamos ainda nesta semana fazer um novo Dia D, provavelmente na sexta-feira, 26 ou sábado, 27, para aplicar novas vacinas para aqueles de 70 anos ou mais. Agora se ficar técnica e cientificamente autorizado que se aplique apenas a primeira dose acho que iremos abaixar para 65 ou até mesmo 60 anos, lembrando que o maior universo dos idosos está justamente entre 60 e 75 anos de idade em Várzea Grande”, explicou o titular da Saúde Municipal, Gonçalo Barros.

O prefeito de Várzea Grande sinalizou ainda que vai analisar a proposta do Governo do Estado quanto a antecipação dos feriados, mas insistiu que preferia fazer uma parada mais ampla, do dia 27, sábado até dia 05 de abril, segunda-feira, com duração de 10 dias, mas com tudo fechado e só mantendo aqueles essenciais mesmos. “Temos uma proposta mais endurecida que do governador Mauro Mendes e coloquei ela na mesa de discussão na Live realizada pelo Governo do Estado, sendo que nossa proposta foi a mesma da Federação das Indústrias de Mato Grosso – FIEMT, mas como o entendimento foi por paralisações temporárias de três dias na semana que vem e mais dois dias na outra semana, além dos feriados de Sexta-feira Santa e Páscoa, temos uma tendência de seguir e ampliar as discussões para que o melhor em prol da população e da saúde seja a medida adotada”, disse Kalil Baracat.

“A única forma da população nos ajudar a ajudar eles mesmos é não aglomerando, mantendo o distanciamento mesmo para aqueles que precisam trabalhar e usar meios de higienização rigorosos como uso de máscara, álcool em gel e água e sabão para que controlemos a COVID 19 e salvarmos vidas humanas, pois todas importam”, disse o prefeito.

Total de Vacinas aplicadas no sábado, 20 de março de 2021, tanto de primeira como segunda doses: 1.480:

Primeira dose: 1.444 vacinados

·         1.046 idosos

·         398 profissionais de saúde

 

Segunda dose: 36 vacinados

·         13 idosos

·         23 profissionais de saúde

 

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Quem disputa o Senado em 2026: veja perfil, partidos e distribuição pelo país

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selo_eleicoes_claro.jpgAs eleições de 2026 têm 314 pessoas na disputa pelas 54 vagas do Senado, média de 5,8 candidatos por cadeira. A maior parte dos concorrentes é formada por homens, brancos, casados, com ensino superior completo e com pelo menos 50 anos de idade, de acordo com levantamento feito a partir dos dados de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A eleição deste ano renovará dois terços das 81 cadeiras do Senado, duas por estado e pelo Distrito Federal. O cenário permite uma comparação direta com 2018, última eleição em que também estavam em disputa 54 vagas. Naquele ano, eram 352 concorrentes, ou 6,5 por cadeira. O total de candidaturas caiu, portanto, 10,8% em oito anos.

Mulheres são 22% do total 

Dos 314 concorrentes ao Senado, 245 são homens, ou 78%, e 69 são mulheres, 22%.

info_perfil_candidatos_senado.pngA presença feminina é maior do que a registrada em 2018. No levantamento feito naquele ano, mulheres representavam 17,3% das candidaturas. A participação cresceu 4,7 pontos percentuais no período, embora tenha permanecido praticamente estável em relação a 2022, quando estava em torno de 22,5%. 

A maioria dos candidatos de 2026 se declara branca: são 191, ou 60,8%. Outros 89 se declaram pardos, 28 pretos, quatro indígenas e dois amarelos.

Somadas, as candidaturas de pessoas que se declaram pretas ou pardas chegam a 117, o equivalente a 37,3% do total. Em 2018, as duas categorias representavam juntas 33,5% dos candidatos. Já a participação de brancos caiu de 65,6% para 60,8%.

Dois em cada três têm pelo menos 50 anos 

A idade também caracteriza a disputa deste ano. São 205 candidatos com 50 anos ou mais, equivalentes a 65,3% do total. A idade mediana é de 56 anos e a média, de 55,5. 

O maior grupo individual está na faixa dos 40 aos 49 anos, com 86 candidatos. Há 85 entre 50 e 59, 84 entre 60 e 69, 33 entre 70 e 79 e três com 80 anos ou mais. Outros 23 têm entre 35 e 39 anos. 

Ensino superior é regra para quase 80% 

Quase quatro de cada cinco candidatos ao Senado têm ensino superior completo. São 248, ou 79% do total. Outros 21, ou 6,7%, informaram ensino superior incompleto. 

O ensino médio completo foi declarado por 36 concorrentes, 11,5%. Há cinco candidatos com ensino médio incompleto, dois com ensino fundamental completo, um com fundamental incompleto e um que informou saber ler e escrever. 

A parcela de candidatos com diploma superior permanece próxima à observada em 2022, quando correspondia a 80,4% do total. 

Quanto ao estado civil, 194 candidatos são casados, ou 61,8%. Há 72 solteiros, 41 divorciados, quatro viúvos e três separados judicialmente. 

Advogados lideram entre as ocupações declaradas 

Advogado é a ocupação mais frequente citada entre os candidatos ao Senado: 36 concorrentes, ou 11,5% do total. Em seguida aparecem 29 deputados, 27 empresários, 20 senadores, 16 médicos e 15 engenheiros. 

Dos 32 senadores em exercício identificados entre os candidatos, 12 optaram por registrar outras ocupações, como advogado, empresário, jornalista, administrador, agricultor e professor. 

Em 2018, levantamento da Agência Senado identificava 30 senadores entre os candidatos que buscavam a reeleição naquele momento. 

Partido Liberal tem o maior número de candidatos 

As 314 candidaturas estão distribuídas entre 29 partidos. O Partido Liberal (PL) tem o maior número, com 33 candidatos, e a maior presença nacional, com concorrentes em 25 das 27 unidades da Federação. 

Na sequência aparecem Unidade Popular (UP), com 23 candidatos; Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com 21; Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Partido dos Trabalhadores (PT), com 19 candidatos cada; Democracia Cristã (DC), com 18; Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), com 17; e Partido Social Democrático (PSD), com 15. Novo e Partido da Causa Operária (PCO) têm 14 candidatos cada. 

O TSE registra atualmente 30 partidos políticos no país. Entre eles, apenas o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) não apresenta candidato próprio ao Senado na base analisada. O partido integra a Federação Brasil da Esperança, ao lado de PT e Partido Verde (PV).

Piauí tem dez candidatos por vaga 

O número de candidatos varia de sete a 20 entre as cadeiras em cada estado e no Distrito Federal.

O Piauí tem a maior disputa em números absolutos e relativos: são 20 candidatos para duas cadeiras, ou seja, dez por vaga. Depois aparecem Minas Gerais, com 17 candidatos, ou 8,5 por vaga; Rio de Janeiro, com 16, ou oito por vaga; e São Paulo, com 15, ou 7,5 por vaga.

Alagoas registra o menor número, com sete concorrentes para duas vagas, ou 3,5 por cadeira.

Quando os dados são agrupados por região e ajustados pelo número de vagas, o Sudeste tem a maior relação de candidatos por cadeira: 59 concorrentes para oito vagas, média de 7,4. No Nordeste, são 103 candidatos para 18 vagas; no Norte, 73 para 14; no Centro-Oeste, 44 para oito; e no Sul, 35 para seis.

A base mostra ainda que 210 candidatos, 66,9% do total, nasceram na mesma unidade da Federação em que disputam a eleição. Os outros 104, ou 33,1%, nasceram em outro estado. A informação se refere apenas ao local de nascimento e não indica residência atual nem local de desenvolvimento da carreira política.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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