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Câmara nomeia novo secretário de Orçamento e Finanças

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O novo secretário de Orçamento e Finanças da Câmara Municipal de Cuiabá, Everson Sanchez, tomou posse nesta semana com a missão dada pelo presidente, Juca do Guaraná Filho (MDB), de atingir um grau considerado de excelência nos trabalhos desenvolvidos pelo setor.
 
Sanchez possui graduação em Contabilidade, Administração e é também Analista de Sistema, com diversas especializações como em Direito e Contas Eleitorais e em Sistema de Informação para Órgão Público.
 
Antes de assumir o cargo na Câmara, estava respondendo pela Secretaria de Orçamento, Finanças e Administração do município de Barão de Melgaço.
 
Everson Sanchez já ocupou cargos comissionados na Câmara de Cuiabá em outras gestões. Na legislatura passada (2017-2020) respondeu pela Chefia de Gabinete do ex-vereador Dr. Xavier. Na gestão do ex-presidente Deucimar Silva, trabalhou em cargos administrativos. No ano de 1996, gestão Carlos Brito, foi o responsável pela instalação da rede de informática na Câmara.
 
Para o novo secretário, a nomeação é uma demonstração de confiança do Presidente Juca, e também um desafio para sua carreira profissional. “Temos metas a cumprir e a base do nosso desempenho à frente desta secretaria será a transparência dos atos e a busca da satisfação das pessoas”, declarou Sanches.

Secom Câmara Municipal de Cuiabá

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CAS discute projeto de fiscalização de políticas sociais do governo federal

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A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) discute nesta terça (25) o projeto que estabelece agosto como o mês em que o Congresso Nacional deve dar atenção especial à análise e à fiscalização das políticas públicas do governo federal na área social.

Entre os convidados para o debate estão dois ministros de Estado. A reunião terá início às 10h.

O projeto (PL 4.035/2023) também cria uma campanha de conscientização, determinando que agosto será o Mês Nacional de Combate à Desigualdade Social e de Enfrentamento à Pobreza.

A proposta foi apresentada em 2023 pelo então deputado federal Guilherme Boulos, que se licenciou do cargo em 2025 para assumir a chefia da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ele deve participar do encontro.

O debate, que acontecerá sob a forma de audiência pública interativa, foi solicitado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que é o relator do projeto.

No requerimento que apresentou para solicitar o debate (REQ 84/2026 – CAS), Paim ressalta que “o Brasil permanece entre os países mais desiguais do mundo. Essa realidade não se restringe aos indicadores econômicos: manifesta-se nas profundas diferenças de acesso à saúde, à educação, ao trabalho digno, à moradia, à segurança alimentar, ao saneamento básico e à própria expectativa de vida entre diferentes grupos sociais e territórios”.

Convidados

Entre os convidados que já confirmaram a participação na audiência estão:

  • o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos;
  • o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias;
  • a diretora de Promoção dos Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Luana Medeiros;
  • a integrante da diretoria do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Adriana Marcolino;
  • a coordenadora da Ação Brasileira de Combate às Desigualdades, Renata Boulos;
  • o coordenador nacional do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Rud Rafael.

A reunião será realizada na sala 3 da ala Alexandre Costa.

Como participar

O evento será interativo: qualquer pessoa pode enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania. As mensagens podem ser lidas e respondidas pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como atividade complementar em curso universitário, por exemplo. Pelo Portal e‑Cidadania também é possível opinar sobre projetos e até sugerir novas leis.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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