Economia
Governador e presidente do Detran prorrogam prazo para licenciamento de veículos em MT
Economia
Da Redação.
O governador Mauro Mendes e o presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Gustavo Vasconcelos, anunciaram a nova prorrogação do calendário de pagamento do licenciamento anual de veículos em Mato Grosso.
O anúncio foi realizado na manhã desta sexta-feira (26.02) e a portaria consta no Diário Oficial. Desta forma, para o ano de 2021, o licenciamento ficará com os seguintes vencimentos: placas finais 1, 2, 3 e 4 o pagamento deverá ser em julho; finais 5, 6 e 7 vencerá em agosto; placas finais 8 e 9 o vencimento será em setembro e placa final 0, o pagamento será em outubro.
Ainda nesta semana, o governador também prorrogou o prazo de vencimento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que ficou para o segundo semestre.
“Essa é mais uma boa notícia do Governo do Estado diante as dificuldades financeiras que muitas pessoas estão passando em razão da pandemia do novo coroonavírus. Já havíamos divulgado o novo calendário de pagamento do IPVA e agora estamos prorrogando também o licenciamento”, destacou o governador Mauro Mendes.
De acordo com o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, a medida vai ajudar muitos proprietários de veículos que terão um fôlego a mais para manter a documentação do veículo em dia.
Como pagar
A taxa do Licenciamento Anual do veículo pode ser emitida através do site do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br) na opção “Consulte Seu Veículo”. Após o pagamento da taxa, o cidadão deve imprimir o Licenciamento, em formato de papel A4, através do próprio site do Detran ou pelo aplicativo MT Cidadão.
A nova versão do documento é de caráter definitivo, não sendo mais emitido no Detran-MT o licenciamento em papel moeda, antigo “verdinho”.
O documento em papel A4 possui o mesmo valor jurídico do antigo com autenticidade e segurança garantidos por meio de QR Code, que está ligado à base nacional de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
Vale lembrar que o veículo só estará licenciado após o pagamento de todos os débitos como IPVA, Seguro DPVAT, a própria taxa de Licenciamento, além de possíveis multas.
Novo calendário


Foto: Secom-MT
Foto: Mayke Toscano/Secom-MT
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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