Economia
Kalil antecipa salário de fevereiro e apresenta vigor econômico de Várzea Grande
Economia
Da Redação
Cumprindo determinação do prefeito Kalil Baracat, a Secretaria de Gestão Fazendária antecipou o pagamento do salário do funcionalismo público da segunda maior cidade de Mato Grosso, para esta quinta-feira, 25 de fevereiro.
“A Audiência Pública do 3º quadrimestre de 2020, ou seja, com toda a movimentação econômica e financeira de nossa cidade não deixa dúvidas que assumimos o mandato da então prefeita Lucimar Sacre de Campos em uma condição privilegiada, se olharmos para a grande maioria das cidades do Brasil”, disse Kalil Baracat, apontando que muito mais do que o superávit de R$ 74 milhões os números mais expressivos são do pagamento de 99,84% de todas as despesas municipais e a aplicação acima do que prevê a legislação para as áreas de saúde, diante de uma pandemia da COVID-19 que ainda não terminou e de 25% para a Educação.
Reunido com sua equipe econômica, o gestor sinalizou a satisfação de ter assumido uma administração com suas contas equilibradas e que isto é importante para a economia de Várzea Grande, pois, salários em dia permitem que os servidores façam circular a economia local e fora isso estamos investindo mais de R$ 500 milhões em obras públicas que aquecem toda a movimentação financeira local, gerando emprego e renda.
Conforme o prefeito, Kalil Baracat, a data do pagamento está em acordo com o calendário de pagamentos elaborado pela atual gestão, juntamente com sua equipe econômica. Essa é a segunda folha quitada, em dia, pelo Executivo e o mesmo compromisso com o funcionalismo que vem sendo cumprido a exatos sete anos, desde 2015 com a prefeita Lucimar Sacre de Campos e este ano com Kalil Baracat.
Cerca de 8 mil servidores públicos ativos e inativos da Prefeitura de Várzea Grande, da Previvag – Previdência de Várzea Grande e do DAE/VG, receberam o salário de fevereiro nesta quinta-feira, 25, somando cerca de R$ 31,7 milhões entre salários e encargos sociais. “É um montante que não apenas mantém o orçamento doméstico dos nossos servidores em equilíbrio, como também sustenta a economia local, pois a maior parte é injetado na economia local”, destaca o prefeito. “A folha em dia é uma grande aliada da atividade econômica porque sabe que pode contar com essa injeção mensal de recursos o que gera emprego e renda, assim como as obras públicas executadas que movimentam toda a engrenagem”, acrescentou Baracat.
Conforme o prefeito, o calendário que será cumprido à risca ao longo de 2021, sela a atenção para com os servidores, reconhecendo sua importância para a boa prestação dos serviços públicos à sociedade, e, revela ainda o vigor da saúde financeira da prefeitura, fruto de um rigoroso controle entre as receitas e despesas. O Calendário Salarial de 2021 traz a previsão de datas de pagamento das 13 folhas do referido exercício financeiro, inclusive o 13º salário.
Conforme o calendário, “os salários serão pagos no mês trabalhado. Ao longo destes quatro anos de administração, do prefeito Kalil Baracat, vamos cumprir rigorosamente as datas estabelecidas. Esse é um compromisso que está garantido porque existe um planejamento realizado pelas secretarias de Gestão Fazendária e de Administração que levam em consideração equilíbrio fiscal, ajuste permanente das contas públicas e as previsões de arrecadação”, frisou a secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro.
Foto: Secom-VG
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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