Mato Grosso
Homem surtou e esfaqueou filho também tentou explodir prédio em Cuiabá
Mato Grosso
Da Redação
Um homem de nome não identificado tentou suicidar e matar seus próprios filhos na quarta- feira (17),no edifico Portal de Cuiabá, está localizado na Avenida Dr. Helio Ribeiro, na região do Centro Politico Administrativo.
De acordo com informações do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), o homem teve um surto e acabou esfaqueou o próprio filho, e também tentou “explodir” o prédio onde mora, antes de pegar o canivete, o qual ele atacou o filho, ele estava com uma machadinha de combate a incêndio.
Com o instrumento, o morador quebrou uma janelinha que se encontrava o registro de gás e acabou cortando a mangueira. Amigos e familiares conseguiram retirar a machadinha do homem, momento em que ele pegou o canivete.
De acordo com o Bope, o filho tentou contê-lo, momento em que foi esfaqueado pelo pai.
Diante da situação, o Bope foi acionado por testemunhas. Ao chegar ao local, à vítima já tinha sido contida pelos presentes.
Os policiais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, enquanto esperavam a chegada imobilizaram o morador do local.
Com a chegada do Samu, remédios foram ministrados para acalmar o homem e ele foi encaminhado para uma unidade de saúde, assim como seu filho que estava ferido. Não há informações atuais, pelo qual motivo, o homem casou toda essa situação, e não há registro sobre o estado de saúde dos dois.
O Corpo de Bombeiros Militar (CBM), também esteve no edifício, por conta do vazamento de gás.
O síndico desligou o registro geral, a empresa de manutenção ia ser acionada para realizar os reparos nesta quinta-feira (18).
Mato Grosso
Obras em área de preservação são investigadas pelo MPMT
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou inquérito civil para apurar obras e intervenções realizadas pelo Município de Colíder em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio Jaracatiá, na Avenida do Colonizador Roque Guedes, região central da cidade. A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Graziella Salina Ferrari, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Colíder.A medida foi adotada após a constatação de intervenções na APP durante vistoria realizada pelo Ministério Público nesta quinta-feira (20). Conforme o relatório elaborado pela Promotoria, foram identificados serviços de remoção de vegetação, movimentação de terra com o uso de escavadeira hidráulica, exposição do solo e colocação de pedras nas margens do curso d’água. Na portaria de instauração, a Promotoria de Justiça destaca que as faixas marginais de cursos d’água são protegidas pela legislação ambiental como Áreas de Preservação Permanente e que qualquer intervenção nesses locais depende da observância das hipóteses legais, além da obtenção de licenciamento ambiental, autorização do órgão competente e, quando necessário, outorga de recursos hídricos. A realização de intervenções em APP sem as devidas autorizações pode caracterizar infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais.Como primeiras providências da investigação, a promotora requisitou ao Município o envio, no prazo de 10 dias úteis, de documentos relacionados ao possível licenciamento ambiental, autorizações para intervenção em APP, atos de outorga ou dispensa de outorga, além dos projetos executivos das obras e respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também deverá apresentar cópias dos procedimentos administrativos de licenciamento e das eventuais autorizações emitidas, bem como o parecer técnico que possa ter fundamentado a liberação da intervenção. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi oficiada para informar a existência de processos administrativos relacionados às obras e realizar fiscalização no local, com o encaminhamento posterior de relatório à Promotoria de Justiça. Além disso, a promotora solicitou apoio técnico especializado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAEx Ambiental) para análise da área por imagens de satélite. O objetivo é identificar as condições da cobertura vegetal antes da intervenção, delimitar a extensão da APP, mensurar a área afetada, avaliar os danos ambientais já causados e os riscos decorrentes das obras, especialmente em períodos chuvosos, bem como estimar a valoração econômica dos eventuais prejuízos ambientais.O relatório de vistoria produzido pelo Ministério Público aponta intervenção direta em ambas as margens do Rio Jaracatiá, abrangendo trechos da Área de Preservação Permanente.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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