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Homem invade casa e veste calcinha da vítima; PM evita estupro

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Da Redação

Um rapaz de 25 anos, nome não divulgado, foi preso na madrugada desta quarta-feira (17), usando apenas uma calcinha ele estava completamente nu e tentou invadir a casa de uma jovem de 22 anos, no bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá, onde teria a intenção de estuprar a vítima.

De acordo com a ocorrência, a jovem teria visto o acusado pelado no quintal de sua casa e acionado a Polícia Militar (PM).

Entre o tempo da ligação da vítima e a chegada da guarnição, o acusado conseguiu arrombar a porta de entrada da casa, porém, a vítima tinha se trancado no quarto, onde ele também tentou arrombar, mas não conseguiu.

Os militares chegaram ao endereço, onde encontram o portão e a porta apenas encostados e flagraram o acusado deitado em cima de um monte de roupas da vítima.

O bandido recebeu ordem para se levantar e colocar as mãos sobre a cabeça, momento em que foi visto pelos policiais que o estuprador estava vestido com uma peça íntima da jovem.

Após escutar que a PM já estava em casa, a vítima saiu do quarto bastante assustada e começou a relatar os fatos.

A jovem disse ter escutado a movimentação em seu quintal, porém, de início acreditou ser seu irmão, mas ao olhar para fora de casa viu o acusado pelado invadindo a residência.

Nesse momento ela correu, se trancou no quarto e ligou para a PM.

O criminoso seguiu em direção ao quarto, onde forçou a porta e tentou arrombar, mas não conseguiu e acabou desistindo. Então ela ficou no cômodo até a chagada dos militares, que fizeram a prisão em flagrante.

O acusado tinha uma escoriação no nariz. Questionado pelos policiais ele respondeu que machucou durante uma queda dentro da casa.

A ocorrência foi registrada por crime de tentativa de estupro, violação de domicílio e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil da Capital, onde o acusado foi entregue e colocado à disposição da Justiça e procedimentos cabíveis ao caso.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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