Economia
Gestão garante aumento salarial para agentes comunitários da saúde
Economia
Da Redação.
Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias ligados à Prefeitura de Cuiabá, vão receber um acréscimo salarial na folha de pagamento pelos dias trabalhados em 2021. A valorização da categoria se dá graças à Lei Municipal Nº 6.417 de 24 de julho de 2019, que se alinhou à Lei Federal de Nº 13.708 de agosto de 2018.
Com o sancionamento da lei realizado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, ficou estabelecido que os agentes comunitários receberiam acréscimo salarial de maneira escalonada, sendo: R$ 1.250,00 (2019); R$ 1.400,00 (2020) e agora R$ 1.550,00 (2021).
“Art. 1º O piso salarial profissional nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, de acordo com a Lei Federal nº 13.708 de 14 de agosto de 2018, é fixado no valor de R$ 1.550,00 mensais”, consta na lei municipal.
“O meu compromisso é com o maior patrimônio da prefeitura, os servidores públicos. Como eu posso projetar uma Cuiabá humanizada, desenvolvida, e com eficiência sem a valorização deles?”, pontua Pinheiro.
Conforme os servidores da categoria, a prefeitura de Cuiabá se destaca por ser uma das primeiras a se alinhar a federal, dando o devido reconhecimento aos serviços prestados pelos agentes comunitários de saúde e endemias.
“Quero que tenham orgulho de serem servidores públicos municipais, e que prestem um melhor serviço para a população, transformando a vida das pessoas, e ajudando no desenvolvimento de toda a cidade”, finaliza o prefeito.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Combate às Endemias (SINTARCE) exaltou a atitude do prefeito Emanuel Pinheiro e disse que a lei municipal foi um avanço para Cuiabá e espera que demais municípios adotem as mesmas medidas.
“Ficamos muito contentes e agradecidos pelo prefeito ter olhado por nós servidores e não ter nos desamparado. A lei municipal nos garantiu a valorização e humanização que ele prometeu desde o seu primeiro mandato. Que agora, os demais municípios tomem Cuiabá como exemplo e também valorizem seus servidores. A saúde agradece”.
Foto: Luiz Alves
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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