Mato Grosso

De potencial prodígio desejado ao defasado antiquado inerte, a cruel realidade da política em Mato Grosso

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Mato Grosso

Da Redação.

As fases na política estão mudando constantemente, muito mais rápido, do que nas décadas passadas, o que no passado foi considerado uma máquina com potencial, um verdadeiro possante desejado de “seis cilindros”, hoje, em muitos casos, passam de clássicos, para antigos, com motores recondicionados, submetidos a várias retíficas, que perderam o seu potencial e valor.

Hoje, com as mudanças que acontecem desde na comunicação, que influenciam diretamente nos comportamentos, aquelas pessoas que insistem em permanecer com as mesma estratégias, passam de clássicos, para antiquados, os verdadeiros motores que antes eram considerados potentes, hoje são vistos como inadequados, com alto consumo e ineficiente.

Foto: carrosinuteis

Assim, são alguns políticos, que chegaram no teto da sua vida pública, porém não realizaram o sonho de ser Governador do Estado de Mato Grosso, e na última eleição realizada no cenário estadual, como também nas últimas eleições, a suplementar ao Senado da República, para Prefeito e Vereadores, a participação das estratégias antigas, foram consideradas desastrosas, amargando derrota encima de derrota, o que já influenciou nas atuais ações, visando tentar, se manter na vida pública.

Foto: Jakob Ziegler / Getty Images

Mesmo com alto potência econômico na vida pública, a mudança constante passou a ser uma exigência, do contrário, o agente político é condenado ao ostracismo, ou na melhor das hipóteses, viver como “rêmora”, grudado aos grandes, vivendo das sobras e restos.

Faltado cerca de dois anos para as eleições de 2022, o tempo hábil de reestruturação, já é considerado por muitos especialistas, como curto, ainda mais para quem não conseguiu obter sucesso na constituição das bases, nas eleições para vereadores e prefeitos de 2020.

Visto que em vários casos, mesmo com uma retífica bem feita, os pistões não ficam com o mesmo potencial que o novo, ainda mais neste período, que os motores híbridos, com alta tecnologia, baixo consumo e eficiência na potência, está tomando conta do cenário.

As mudanças são constantes, dos híbridos já se falam em motores elétricos potentes, isso mostra que, aqueles que insistirem e persistirem em ser um antiquado, sem passar pelas reformulações de um verdadeiro clássico, terão no máximo, a sorte de sobreviver na vida pública, como “rêmora”.

Foto: carrosig

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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