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Câmara de Cuiabá devolve R$ 1,4 mi ao Executivo para investir no combate a Covid-19

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Da Redação
O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PTB) efetuou a devolução de R$ 1.456.160,36 ao Executivo Municipal na manhã desta quarta-feira (30). 
O recurso é oriundo da economicidade promovida pela atual gestão do Parlamento Municipal durante todo o ano de 2020. A intenção é que esse montante seja aplicado em ações ao combate do novo coronavírus (Covid-19).
“Isso é fruto de uma gestão responsável, equilibrada e transparente. Estamos deixando a Câmara de Cuiabá, mas o que fica de legado é a transparência, seriedade, a responsabilidade e a mudança de conceito. Fizemos gestão, e ainda estamos devolvendo R$ 1.456.160,36 milhão para os cofres da prefeitura, para investir no combate à Covid”, pontuou o petebista.
Essa não é a primeira contribuição que o Parlamento Municipal dá no combate a proliferação do vírus. Em março deste ano, o Legislativo Cuiabano renunciou a R$ 2 milhões de seu orçamento para que o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) investisse durante a pandemia.
Apesar da economicidade, a atual gestão ainda conseguiu promover avanços no Legislativo Cuiabano como a criação da Sala da Mulher e da Sala das Comissões, a reforma do plenário, do arquivo geral, almoxarifado e a revitalização da praça Moreira Cabral. 
Fora isso, ainda foi concedido o PCCS aos servidores da Casa de Leis. “A casa está totalmente reformada, a autoestima dos servidores retomada. Fizemos mudança no regimento interno, hoje temos sala para reunião das comissões. O próximo presidente vai pegar uma casa organizada, totalmente modificada no portal Transparência”, finalizou.
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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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