Economia
Salário dos servidores estaduais será pago nesta quarta-feira (30.12)
Economia
Da Redação.
O governo do Estado libera nesta quarta-feira (30.12), os salários dos servidores públicos estaduais ativos, inativos e pensionistas, relativos ao mês de dezembro. Pela terceira vez consecutiva neste ano o pagamento será feito dentro do mês trabalhado.
“Conseguimos ao longo desses dois anos uma radical mudança de trajetória das contas públicas, altamente positiva. Recuperamos a capacidade de investimento do Estado e saímos de uma situação de parcelamento de salários, que vinha desde 2016, para pagarmos dentro do mês trabalhado. Um compromisso do governador Mauro Mendes com todos os servidores do Estado. Recuperamos a confiança da sociedade e dos servidores no governo. Isso é fundamental”, destaca o secretário de Fazenda, Rogério Gallo.
A folha liquida do mês de dezembro chegou a R$544.680.612,58. Do total R$ 369.788,698,73 destinam-se ao pagamento de servidores ativos e R$ 174.891.913,85 para inativos e pensionistas.
Receberão salários e proventos 112.606 pessoas, sendo 72.196 servidores ativos das administrações direta e indireta e mais 40.410 inativos e pensionistas.
“Em decorrência do conjunto de medidas adotadas pelo governo, do empenho do secretário, juntamente com os servidores da Sefaz, possibilitou aos servidores, em 2020, o recebimento dos salários dentro do mês trabalhado depois de quatro anos”, analisa a secretária adjunta do Tesouro Estadual, Luciana Rosa.
A secretária adjunta do Tesouro Estadual informou ainda que o dinheiro estará liberado no decorrer do dia, tanto para quem tem contas no BB, como para aqueles que fizeram portabilidade à outros bancos.
Foto: SEFAZ
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar relações comerciais
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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