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Candidatos devem ter atenção redobradas às regras da prova

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Concurso para o preenchimento de 5,7 mil vagas da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer começa neste domingo

Da Redação

 

A Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) divulga as regras para a realização da prova do concurso público da Educação, que inicia neste final de semana. Os candidatos que visam preencher uma das 5,7 mil vagas precisam ter atenção redobrada aos horários e locais da prova.

A recomendação é que o os candidatos compareçam aos locais de prova com antecedência mínima de 60 minutos do horário estabelecido para abertura dos portões. Não haverá aplicação da prova fora do local e data estabelecidos.

A abertura dos portões será realizada às 07h30 e o fechamento às 08h30, impreterivelmente. Já o início das provas está previsto para às 08h45. No período vespertino, a abertura dos portões será às 13h45, enquanto o fechamento será às 14h45 e as provas começarão às 15h. As provas serão realizadas no horário oficial de Cuiabá.

É obrigação dos candidatos levar lápis, borracha, caneta de tinta preta ou azul, fabricada em material transparente e o documento original de identidade. Não será permitida a entrada de acompanhantes no local da prova.

No dia da realização da prova também não será permitido ao candidato usar, no local de exame, aparelhos eletrônicos (agenda eletrônica, bip, gravador, notebook, pager, palmtop, receptor, telefone celular, walkman etc.) boné, gorro, chapéu, óculos de sol, etc. A recomendação é que os candidatos nem levem tais equipamentos. O descumprimento desta instrução implicará na eliminação do candidato.

SEGURANÇA

A Secretaria de Estado de Segurança Pública irá reforçar o policiamento dos 125 locais de prova do concurso público. A Seção de Planejamento Operacional e Estatística da Policia Militar irá desenvolver ações práticas como rondas e posição de estacionamento nas imediações de onde o certame irá acontecer.

Os policiais atuarão em dupla, para garantir a segurança antes, durante e depois das provas. No total, 61 viaturas irão atuar de forma ostensiva para facilitar o deslocando em caso de necessidade. A segurança interna nos locais das provas é de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pelo concurso público.

INOVAÇÃO

O concurso da Seduc faz parte do Pró-Escolas, maior programa de ações e investimentos da história da educação de Mato Grosso, que visa à melhoria da qualidade do ensino nas escolas estaduais.

Com salários iniciais de R$ 3.640,34 (professor), R$ 1.456,11 (TAE) e R$ 1.167,12 (AAE), todos para 30 horas semanais, o certame traz uma iniciativa inédita no país, que é um processo seletivo com quatro fases eliminatórias para professores da educação básica.

A primeira fase será composta por uma prova objetiva de múltipla escolha, com 70 questões, e a segunda fase por uma redação e uma prova dissertativa com quatro questões, sendo três da disciplina específica e uma relativa às políticas públicas de educação.

Os classificados para a terceira fase passarão por uma avaliação didática com apresentação de uma aula, cujo conteúdo deverá ser pré-determinado, na área específica de atuação, com duração de 20 minutos para apresentação e 10 minutos para questionamentos da banca avaliadora.

A quarta e última fase será a de avaliação de títulos, também de caráter classificatório.

Já para os cargos de Técnico Administrativo Educacional (TAE) e Apoio Administrativo Educacional (AAE), o processo será diferente.

Candidatos a TAE farão, na primeira fase, uma prova objetiva de múltipla escolha de caráter eliminatório, composta por 60 questões e, na segunda, redação e prova dissertativa também com quatro questões, sendo três da disciplina específica a que concorre a uma vaga, e uma relativa às políticas públicas de educação.

Os que concorrerão a uma vaga para AAE passarão apenas por uma etapa, que será uma prova objetiva de múltipla escolha de 50 questões, de caráter classificatório e eliminatório. Vale ressaltar que também haverá nota de corte de 5,0 pontos para ambos os cargos.

As avaliações serão aplicadas nos municípios de Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Cuiabá, Diamantino, Juara, Juína, Matupá, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Félix do Araguaia, Sinop e Tangará da Serra, em locais que serão divulgados em breve.

Ao todo, são 5.748 vagas disponíveis, sendo 3.324 para o cargo de Professor da Educação Básica, 1.496 para Apoio Administrativo Educacional (AAE) e 928 para Técnico Administrativo Educacional (TAE), além de cadastro de reserva de 50% do total de vagas.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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