Mato Grosso

MDB e DEM a iminência da união rumo a 2022

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

Para quem achava improvável uma composição do MDB com o DEM, foi encerrar as eleições municipais, que as primeiras ações das lideranças dos partidos já demonstram outros interesses, que caracterizam no mínimo, uma colaboração para um projeto futuro.
Com as condutas da maioria, mostrando uma viável composição, entre as siglas MDB e DEM, aqueles que se sentirem incomodados, terão que se retirar, e buscar um outro “ninho” para se abrigar.
Pelo que tudo indica, o que seria apenas uma cogitação de troca de rumos, projetos e estratégias, já se consolidou, ao mostrarem sintonia desde a primeira reunião, não é à toa, que a maioria do prefeitos do MDB participaram da reunião, realizada na semana passada, com o governador Mauro Mendes.
Que o racha, ou debandada dentro do MDB é uma questão iminente, não se tem mais dúvida, já que as condutas daquele que era para ser a estrela principal da sigla, não está compactuando com as diretrizes da maioria, prova disso que lideranças como o deputado federal Carlos Bezerra, juntamente com a deputada estadual Janaina Riva.
De acordo com informações de integrantes da sigla, que pediram para não serem identificados, a eventual composição Mauro Mendes candidato a reeleição, com Janaina Riva sendo candidata a vice-governadora em 2022, é fato, e não apenas boato.
Parece que até 2022 ainda está muito distante, como muitos dizem, porém, as atividades políticas de várias lideranças, estão mostrando que o ditado “Quem chega primeiro bebe água limpa”, é mais certo, já que nesta última eleição, muita coisa mudou, aqueles que se consideravam os mestres, viraram vítimas, devido as manobras previsíveis, por conta do excesso de confiança falta de renovação.
Como nas eleições de 2020, já houve mudanças, é esperado total reformulação nas atividades que envolvem os formatos de campanhas eleitorais para 2022, isso mostra que ações que por muitas vezes eram tomadas em um curto período, agora a proposta virou projeto a longo prazo.
Isso significa que, quem praticar a política tradicional, terá que se transforma em um clássico reformado, do contrário não terá nem mesmo condições de entrar na nova disputa, será excluído da próxima eleição.

Foto: Divulgação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA