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Primeira-dama fortalece assistência aos idosos em Mato Grosso

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Da Redação

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), irá investir R$ 26 milhões em ações de assistência aos idosos dentro do ‘Mais

MT’. O programa, que é considerado o maior da história de Mato Grosso, viabilizará a construção de unidades de Centro de Convivência de Idosos (CCIS), em parceria com as prefeituras. 

O objetivo é ofertar aos usuários um espaço que garanta a socialização e a integração à comunidade, reconhecendo os direitos adquiridos desse público.

Sensível à situação da pessoa idosa, a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, tem se empenhado em ações que promovam qualidade de vida dos idosos. Além de doações permanentes de alimentos, cobertores

e outros itens de primeira necessidade para entidades filantrópicas responsáveis por cuidar do público da terceira idade, Virginia defendeu ainda a criação de um cartão exclusivo para a compra de medicamentos dentro o ‘SER Idoso’.

“Iremos realizar grandes investimentos para o público da terceira idade. Os serviços oferecidos nos Centros de Convivência é um instrumento importante de proteção social aos idosos em situação de

vulnerabilidade e em parceria com as primeiras-damas do interior vamos fortalecer a rede. Além disso, o cartão do SER Idoso vai permitir que as famílias tenham um reforço de renda para esse público, pois sei o

quanto a compra de medicamentos pesa no orçamento”, pontuou a primeira-dama. 

MAIS MT – SOCIAL E HABITAÇÃO

O programa Mais MT destinará R$ 352 milhões para investimentos na área social e na habitação em Mato Grosso. Além da segurança alimentar, os recursos beneficiarão principalmente famílias em situação de

vulnerabilidade extrema através de ações de assistência social, cidadania, qualificação profissional, transferência de renda e construção de casas populares. 

No total, serão investidos R$ 9,5 bilhões (2019-2022) em 12 eixos estruturantes: Segurança; Saúde; Educação; Social e Habitação; Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda; Infraestrutura; Turismo;

Cultura, Esporte e Lazer; Simplifica MT; Eficiência Pública; Meio Ambiente; Agricultura Familiar e Regularização Fundiária.

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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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