Mato Grosso

Advogado confirma patrimônio injustificável de conselheiro

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Mato Grosso

Da Redação: Pedro Ribeiro e Laerte Lannes

Reportagem Especial

 

Uma notícia publicada na imprensa de Mato Grosso – na semana que passou – ganhou grande repercussão nas redes sociais com muitos compartilhamentos e comentários a respeito da afirmativa feita pelo advogado José Antônio Rosa, sobre o patrimônio do presidente do Tribunal de Contas do estado, conselheiro Antônio Joaquim de Moraes Rodrigues Neto.

Rosa – em uma petição inicial mal redigida de reparação de danos morais contra o jornalista Marcelo Duarte, do site Marreta de Rondonópolis, confirmou o aumento injustificado do patrimônio do conselheiro.

Na petição emaranhada e desordenada o advogado afirma: “Ora, Excelência, é crime ter prosperidade de vida”? E ainda completa: “Somente porque o mesmo (Antônio Joaquim) nasceu em uma cidade pequena no interior de Goiás, ele deveria continuar pobre”.

E finaliza o advogado na petição: “Antônio Joaquim não poderia ter evoluído seu patrimônio em 20 de trabalho”? A petição mal redigida do advogado bateu todos os recordes e superou as piores expectativas.

É deplorável que a insensatez da sua afirmativa dê lugar aos incultos argumentos. O conselheiro que anunciou nesta terça feira, 29/08, a aposentadoria do TCE de Mato Grosso depois de 17 anos julgando contas públicas, tinha todo o direito de ficar rico, nesse período.

Mas, como justificar então o aumento do patrimônio com apenas o salário de R$ 30 mil reais pagos pelos contribuintes para o cargo de conselheiro do TCE? Proibido de exercer outro cargo público ou fazer comércio, conforme elenca o regimento interno do TCE, a constituição e leis federais, o cliente do advogado, neste caso o conselheiro deixa o cargo no TCE sem dar uma explicação plausível para a sociedade do aumento de seu patrimônio nesse período e com apenas o vencimento que ele recebe todo mês no TCE. E é exatamente isso que fez o advogado José Antônio Rosa.

Deu uma explicação para justificar o inexplicável. Ora, qualquer estudante do curso de direito do 2º ano já consegue a fazer uma petição com defesa técnica de seu cliente.

Agora jogar o cliente na ´fogueira´ e dizer que ele ficou rico porque tinha o direito de ficar rico e brincar com a cara do cidadão que pagos os impostos religiosamente. Não é verdade?  Aliás, na publicação da reportagem que mostrou a petição do advogado confirmando o aumento injustificável do conselheiro foram centenas de comentários ironizando e criticando tal afirmativa.

Isso gerou uma revolta geral contra o advogado José Rosa que na petição confirmou o que o povo já sabia: como e de que forma Antônio Joaquim ficou rico em apenas 17 anos no TCE?

 

 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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