Mato Grosso

Empresa que já sofreu impedimento pelo TSE é acusada de tentativa de manipulação de pesquisas em Sapezal

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Da Redação

Tentativa de manipulação que caracteriza estelionato eleitoral, resulta em denúncias de irregularidades e registro de impugnação para suspender a divulgação de pesquisa e intensão de votos, na 42ª Zona Eleitoral da Comarca de Sapezal.

De acordo com denúncia protocolada, existem vários processos de representação eleitoral investigando as atividades da empresa Strategia e Verum Dados e Consultoria, em conjunto com o estatístico.

“Propagação de falsas e fraudulentas pesquisas”.

Diante das suspeitas de várias irregularidades possivelmente cometida pela empresa Strategia, o advogado Wagner Santos Costa, responsável pela coordenação jurídica da coligação Sapezal para todos, ingressou com o pedido de impugnação da divulgação dos supostos dados, coletados em pesquisa, pela empresa Strategia e Verum.

De acordo com o vídeo apresentado pelo advogado Wagner, a quantidade de irregularidades que a empresa contratada para realizar pesquisas para o Sindicato Rural da cidade, foi o principal motivo da denuncia.

“Após verificação in loco, constatamos que a empresa contratada carrega uma série de processos eleitorais, por conta do não cumprimento da legislação de pesquisas realizadas, como também, o proprietário da empresa que já foi denunciado duas vezes, por estelionato”, ressaltou Wagner.

O advogado Wagner ainda aponta a possibilidade da empresa que realizou a pesquisa nos últimos dias 01, 02 e 03 em Sapezal, pode ser fachada, já foi constatado, que no endereço em Várzea Grande, não existe, o primeiro endereço é uma residência em um conjunto habitacional, no segundo endereço, se trata de um matagal.

“Desta forma apresento o protocolo, solicitando à Justiça, que proíba a veiculação dos resultados desta pesquisa, nas mídias sociais e nos meios de comunicação oficial”, declarou o advogado Wagner.

file:///C:/Users/lnazario/Downloads/AUTOS%200600389-91.2020.6.11.0042%20(1).pdf

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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