Mato Grosso

Vídeo mostra despreparo de Valcir insultando, desrespeitando, denigrindo e discriminando cidadãos

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

Quando a marca de uma gestão ou pessoa reflete em atos que caracterizam em intolerância, racismo, preconceito, com ações antissociais e ditatoriais, a democracia fica de lado, o povo abandonado e reprimido, prevalecendo apenas o comando das ordens, daquele que se titula gestor, travestido de ditador.

Assim, são as características das ações do atual prefeito de Sapezal, Valcir Casa Grande (PSL), que aparece em um vídeo, publicado pelo site de notícias folhadosulonline.com.br, que teria sido feito na cidade vizinha, Campos de Júlio, fazendo discursos com palavras de baixo calão, o popular palavrão, como também, com ofensas e agressões, mostrando uma verdadeira falta de respeito, com os adversários e principalmente, pela população de Sapezal.

De acordo com a publicação realizada pelo site de notícias folhadosulonline.com.br, com o vídeo, o prefeito Valcir chama políticos de “vermes”, “larga mão de Nego politiqueiro”, frase com sentido pejorativa, racista e preconceituosa.

Que o prefeito Valcir já é conhecido pela falta de respeito e consideração com a população de Sapezal, os moradores já sabem, agora, que o problema teria rompido as fronteiras do município, e a conduta digna de uma pessoa despreparada, atingissem até as pessoas da cidade vizinha, gerando uma indignação generalizada, chocou os eleitores dos dois municípios, Campo Novo e Sapezal.

A atual gestão do prefeito Valcir é conhecida como um diferencial em Sapezal, a única que teria abandonado as verdadeiras necessidades e prioridades da população, dos menos favorecidos.

Sem construir escolas, creches, casas populares, atuar na geração de emprego, impedir o direito do lazer, como o fechamento da “Prainha”, que vários anos ficou fechada, de olho apenas nos interesses dos mais afortunados do município, a gestão Valcir deixou sua marca registra, “para poucos muito, para muitos, pouco, ou quase nada”.  

Em plena campanha eleitoral em Sapezal, o atual prefeito Valcir Casagrande, que é candidato a reeleição, já mostrou como é, e para quem trabalha.

Para aqueles que tentam fazer valer, o direito da liberdade de expressão, até cadeia já recebeu como punição, para os trabalhadores, que tentam demonstrar interesses em contrapor o regime imposto pela atual gestão, os seus empregos correm risco.

A frase que mais se ouve na cidade: “Eu não posso aparecer, meu emprego fica em risco”.

Para os trabalhadores, vale ressaltar que o poder neste momento quem tem é o povo, com o voto, que é secreto, ninguém fica sabendo em quem o eleitor vota, desta forma, se é mudança que o povo quer, se é respeito, desenvolvimento com políticas verdadeiramente sociais, a hora de mudar é votando no dia 15 de novembro, para aqueles que verdadeiramente representam propostas que beneficiam o povo.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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