Economia
Flávio Vargas: O sonegador!
Economia
Da Redação.
Um dos sonhos dos várzea-grandenses está prestes a se tornar realidade, o fornecimento de água potável contínuo, que poderá chegar nas casas dos cerca de 280 mil habitantes, da “Cidade Industrial”.
Em seu principal discurso, Flávio Vargas, que passou a ser chamando de Flávio Frical, que agora ficou apenas Flávio afirma em sua proposta de campanha eleitoral, que vai revolver o problema da água, se for eleito prefeito de Várzea Grande.

Foto: Female hands washing
Neste período de eleição, o que mais existe são promessas, projetos e propostas, daqueles que pretendem chegar ao poder. Hoje, vários nomes disputam a principal “cadeira” do Paço Couto Magalhães, mas de acordo com investigações, realizada pela equipe de reportagem do Grupo O Mato Grosso de Comunicação, apenas um candidato, tem condições reais de resolver o problema de fornecimento de água, Flávio Frical ou simplesmente Flávio.

Foto: Divulgação
Como Flávio responde por vários processos na Justiça, sobre sonegação fiscal, somando um montante que gira em torno dos R$ 98 milhões, a probabilidade de solucionar o problema é grande, já que basta o empresário, trabalhar encima do que é justo e melhor para o povo de Várzea Grande, e pagar, o que ele supostamente deve.
“Como uma pessoa que não paga impostos, é investigada por sonegação de milhões, vai cobrar impostos do povo? Faça o que eu digo, mas não faça, o que eu faço”?


De acordo com um comparativo de investimentos, realizados pela equipe de reportagem, referente a uma empresa que administra o fornecimento de água em Cuiabá, os R$ 98 milhões que supostamente foram sonegados, dariam para atender a demanda da população da “Cidade Industrial”.
Comparativo:
Investimento – R$ 64,2 milhões na ETA Sul: atende 86 bairros, beneficiando 155 mil pessoas.
“Tem capacidade para produzir 750 litros de água por segundo, o que representa, ao dia, 65 milhões de litros”.
Além de Santa Terezinha e Jardim Presidente, os próximos a receberem a ação são os Bairros Altos do Parque, Parque Cuiabá, Tijucal e região do Coophema.
Investimento – R$ 26 milhões ETA Ribeirão do Lipa: atende 48 bairros, beneficiando diretamente, 188 mil habitantes.
São 750 litros de água por segundo, com um reservatório de 9,9 milhões de litros.

Foto: CAB-Cuiabá
“Isso comprova que cerca de R$ 90 milhões em investimento, é suficiente para fornecer continuamente, 24 horas, 365 dias do ano, água potável para mais de 300 mil habitantes”.
Ao todo, os R$ 98 milhões que supostamente foram sonegados pelo empresário e candidato a prefeito de Várzea Grande, Flávio Vargas é o montante que a “Cidade Industrial”, necessita para revolver o problema de abastecimento de água.
“Uma dura coincidência neste período eleitoral”.

Foto: Divulgação.
Resta saber, se o empresário paga a dívida ou vai continuar deixando o povo sem água nas torneiras?
Economia
Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.
Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.
“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.
A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.
Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.
Medidas fiscais
Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal.
“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.
Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país.
A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.
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