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Problemas no fornecimento de energia elétrica serão debatidos em audiência pública

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A audiência será realizada na próxima segunda-feira (21), às 14h30, no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Da Redação

 

Na próxima segunda-feira (21), os serviços prestados pela concessionária de energia de Mato Grosso –Energisa,  serão tema de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa. De acordo com requerimento apresentado pelo deputado Dilmar Dal’ Bosco (DEM), existem reclamações em diversos municípios quanto à disponibilidade de energia no estado, à paralisação das obras e à demora em aprovar os projetos com descumprimento de prazos.

O parlamentar explica que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou o ano de 2020 como data-limite para que as concessionárias promovam a universalização da energia, garantindo o acesso à eletricidade para domicílios, centros comunitários de produção e escolas do meio rural. A resolução determina que sejam atendidos 15 municípios por ano, mas, de acordo com Dilmar, houve exclusão de diversas famílias em cidades já atendidas pelo programa.

“Só não têm acesso à universalização da energia regiões remotas atendidas por sistemas isolados, todo o restante das áreas rurais precisam ser acolhidas pela Energisa, mas não é isso que está ocorrendo. Recebi reclamações de pessoas de Nova Ubiratã, Vera, Nova Guarita, enfim, de moradores de diversas cidades afirmando que haviam sido excluídas da universalização”, afirmou.

Dal’ Bosco afirma ainda que foi procurado por representantes Associação Mato-Grossense dos Engenheiros Eletricistas (AMEE), que questionavam a falta de relacionamento entre clientes e a concessionária no tocante à aprovação dos projetos, o  que contraria o Resolução da Aneel nº 414/2010, norma que estabelece condutas e prazos fixos para análise documental.

O presidente da AMEE, Edson Domingues de Miranda, conselheiro do Crea (Conselho Regional de Engenharia), detalha a situação. “A associação vem atuando no sentido de fazer estas discussões há meses, pois constatamos que não estavam respeitando prazos, obras não estão sendo executadas e a sociedade vem perdendo. São ligações atrasadas, falta de fiscalização de padrões ineficientes, entre outros pontos. O importante agora é que a sociedade participe e aproveite a audiência para chegarmos a uma mudança”, detalha Edson.

A audiência será realizada na próxima segunda-feira (21), às 14h30, no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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