Mato Grosso
PRF recebe Moção de Aplausos em Mato Grosso
Mato Grosso
Da Redação
Um ato que reconhece e estimula as pessoas ou instituições que contribuem, seja de forma profissional ou voluntária, como forma de reconhecer e homenagear este trabalho, valorizando suas ações e a diferença que elas fazem no desenvolvimento econômico, social e cultural da cidade.
Nessa quinta-feira (13), a PRF recebeu tal ato na sede da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso, através do Superintendente Francisco Élcio Lima Lucena e da Superintendente Substituta, Iara Alves dos Santos.
Gesto reconhecido como forma de agradecimento, pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, na figura do Deputado Estadual, Delegado Claudinei, aos bons serviços prestados à população de Rondonópolis no mês de maio a junho do ano de 2020. Nesses meses a PRF se fez presente na campanha do governo federal “pátria voluntária.” No período dos dois meses, foram distribuídas mais de 100.000 máscaras de proteção àquela população. Tais doações se deram em época catastrófica da pandemia Covid-19.
Vale ressaltar que, com a união de esforços dos produtores de algodão de Rondonópolis, os quais doaram a matéria prima para confecção de tais peças, e voluntários que auxiliaram na distribuição com a logística da PRF, a missão foi muito bem cumprida.
Prestigiaram o evento a senhora Bianca Talita Franco, Superintendente do hospital Santa Casa de Rondonópolis, o senhor Euclides Ribeiro, representante dos produtores de algodão de Rondonópolis, Deputado Federal Medeiros, o senhor Carley Welter da Associação Nacional das Empresas Agenciadoras de Transporte de Cargas (ANATC). Além de receber a homenagem, a PRF também prestou reconhecimento aos colaboradores, na distribuição das máscaras.
Ressalta-se o papel fundamental da Polícia rodoviária Federal, em prover segurança pública nas áreas de interesse da união. Atuando sempre em integração com órgãos públicos e privados, sempre tendo como norte a sua missão, Promover a prosperidade da Nação garantindo a segurança pública e a mobilidade no Brasil, e seus valores, transparência, respeito, integridade, profissionalismo e excelência.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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