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Funcionário da Energisa foi assassinado por um morador que havia se irritado por ter o fornecimento de energia de sua casa cortado

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Gilmar Francisco de Oliveira, de 32 anos, havia ido até a casa para fazer a religação

Da Redação

 

Um funcionário da rede de energia elétrica Energisa foi assassinado na tarde desta segunda-feira (24), por um morador que havia se irritado por ter o fornecimento de energia de sua casa cortado, em Paranaíta (851 km ao Norte de Cuiabá).

O caso aconteceu na zona rural da cidade, em uma propriedade agrícola, ao fundo de um posto.

Conforme a assessoria da Polícia Civil, Gilmar Francisco de Oliveira, de 32 anos, havia ido até a casa do suspeito para religar a energia, quando foi baleado.

Gilmar foi atingido com um tiro de espingarda no tórax. Ele morreu antes da chegada de uma equipe médica ao local.

Segundo informações preliminares, o corte havia acontecido na manhã de ontem e, no começo da tarde, Gilmar foi ao local para restabelecer o fornecimento.

A polícia foi acionada por populares. Quando chegaram ao local, os policiais receberam a informação de que o agricultor era o autor do homicídio e que ele havia fugido após o crime.

Até o momento o suspeito não foi localizado. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Terceiro dia de Tribunal do Júri começa com os debates

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O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri entrou, nesta quinta-feira (1º), em seu terceiro dia no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. A sessão teve início às 9h33 e será dedicada à fase de debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Nesta etapa do julgamento, o Ministério Público terá 3 horas e 10 minutos para apresentar aos jurados os argumentos que sustentam a denúncia contra os réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Na sequência, as defesas também terão, conjuntamente, 3 horas e 10 minutos para expor seus argumentos. O tempo será dividido entre os advogados dos três acusados, conforme acordo estabelecido entre as bancas de defesa.Os debates ocorrem após a conclusão da fase de instrução, que incluiu a oitiva de testemunhas e os interrogatórios dos réus. Durante os dois primeiros dias de julgamento, os jurados tiveram acesso aos elementos produzidos ao longo das investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal, além das versões apresentadas pelos acusados em plenário.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva é apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa é acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no homicídio. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas responde à acusação de participação na empreitada criminosa.Após os debates das partes, o Conselho de Sentença será chamado a deliberar sobre a responsabilidade dos acusados pelos fatos narrados na denúncia.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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