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Confira lista dos sorteados do Residencial Nico Baracat III que ainda não entraram em contato para regularizar documentação

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Da Redação

A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária ampliou as linhas de telefone para que os sorteados do Residencial Nico Baracat III, que constam em lista anexa, entrem em contato para dar andamento na montagem do processo documental. Agora, são cinco canais de contato. A Pasta só irá finalizar o chamamento quando todos os sorteados forem contatados. O dossiê será enviado à Caixa Econômica Federal, gestora do Programa Minha Casa Minha Vida, para finalização do processo.

A equipe técnica da Secretaria vem trabalhando desde janeiro de 2020 na convocação e montagem da documentação dos sorteados e tem tido dificuldades para contatar alguns dos sorteados, visto que os telefones informados não atendem ou não mais pertencem aos mesmos. Desse modo, a Secretaria solicita que todos os que estejam na lista em anexo entrem em contato via telefone para agendamento de horário de atendimento.

A Pasta reforça que a convocação se dá apenas para os sorteados que constam na lista em anexo e que é necessário agendamento prévio via telefone para atendimento. No momento, estão disponíveis cinco números para contato: (65) 99287 9055, (65) 99291 0744, (65) 99300–5082, (65) 99297–0832, (65) 3313 9600.

A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária está funcionando em horário especial durante a pandemia: de segunda a sexta, das 08h às 12h, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, quadra 01, nº 09, edifício comercial Pantanal Business, 9º andar.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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