Mato Grosso

Polícia Militar prende traficante com drogas e cerca de R$3 mil, no bairro Marajoara em Várzea Grande

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Mato Grosso

Da Redação

A Policia Militar (PM), tirou de circulação um traficante com drogas e mais de 3 mil reais em espécie, na noite desta terça-feira(04), no bairro Marajoara, em Várzea Grande.

A prisão ocorreu após a PM receber uma denúncia anônima, de que um veículo Gol, da cor branca, estaria realizando vendas e entregas de entorpecentes, no bairro Marajoara. Os polícias realizaram um patrulhamento pelo bairro e encontrou o veículo, com as características informadas.

No veículo havia um casal, e ao realizaram uma busca pessoal, com o suspeito homem, foram encontrados algumas porções de substância análoga a maconha e em posse do mesmo R$3,080 em espécie. Uma policial feminina realizou a busca pessoal na esposa do suspeito, porém, nada de ilícito foi encontrado com a mesma, sendo assim liberada.

A equipe se deslocou ainda, até residencial do suspeito, no bairro Jacarandá, em Várzea Grande. Onde foram localizados, porções maiores da substância análoga a maconha, balança de precisão, papel filme e uma faca, utensílios que são utilizados no preparo de porções de drogas para a comercialização.

Diante dos fatos, todos os matérias ilícitos e o suspeito foram conduzidos ao Cisc de Várzea Grande, para um boletim de ocorrência ser confeccionado.

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Mato Grosso

TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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