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Pedro Taques: “Oposição tem que ficar no seu lugar”

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Da Redação

 

Pedro Taque disse ver como “piada” o posicionamento de parte da oposição, que agora crítica a decisão do Governo do Estado de concluir a obra do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

“Me Parece uma piada. Eu era contra o VLT e agora tenho que terminar o VLT. E aqueles que eram favoráveis, que fizeram com que Mato Grosso tivesse esse erro histórico, agora estão criticando. Isso é piada. Isso é coisa de oposição e a oposição tem que ficar no seu lugar. Porque é lá que o povo mandou ficar”, falou.

A declaração foi dada durante entrevista concedida à Rádio Mega FM.

Na ocasião, Taques reiterou que, no passado, quando ainda era senador, foi duramente criticado por defender a manutenção da obra do BRT (Bus Rapid Transport).

“Quando eu era senador, apanhei mais que vaca em horta por causa do VLT. O Ministério das Cidades aprovou o BRT. Aí, de repente, viajaram pra Europa e trouxeram o VLT no bolso. Mudaram de R$ 500 milhões para R$ 1,477 bilhão. Fiz críticas a isso e fui criticado. Me acusaram de pertencer à ‘Máfia dos Combustíveis’”, disse.

“Cumpri meu papel como senador, de fiscalizar. Agora, quero saber onde estavam outros que não cumpriram seu papel constitucional. Adormecidos? Embebecidos pela Copa do Mundo?”, questionou Taques.

Pedro Taques disse que não pode se furtar de sua responsabilidade em concluir a obra, tal como prometeu, inclusive, durante sua campanha eleitoral. Contudo, pontua que não aceitará eventuais ilegalidades.

“Fui eleito governador e disse que terminaria a obra, mas não jogaria sujeira pra baixo do trilho. O Estado ajuizou uma ação com MPE e MPF para que fossem respondidas três perguntas que lá atas, como senador, eu cobrava: quanto custaria, qual será o modelo de operação e o valor da tarifa”.

“Como governador tenho que terminar a obra, pois o prejuízo com ele parado é maior. O juiz federal marcou uma audiência para que possa decidir isso. Aí vamos resolver o que será feito com o VLT. Quero terminar o VLT. Não posso jogar fora R$ 1,066 bilhão que já foi gasto. Se eu fosse governador no período, não faria o VLT. Agora, tenho que ter responsabilidade, a responsabilidade é não deixar o patrimônio publico ser jogado no lixo”, concluiu Taques.

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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